sexta-feira, 1 de novembro de 2013

3 Maus Hábitos Que Fazem Você Engordar


Se você quer perder peso, existem muitas recomendações dietéticas que podem ajudar você a perder peso. Bem, desta vez é o contrário, vamos mostrar três maus hábitos que podem fazer você engordar quase sem que você perceba.
Estes hábitos devem ser removidos para que você possa perder peso. Ainda mais que você não realiza-los poderá manter um peso saudável constantemente.
1. Não beber água em quantidade adequada. A água é um dos compostos mais importantes do nosso corpo, de modo que é essencial para mantê-lo em equilíbrio. Se beber pouca água (menos que 6 ou 8 copos diário), a eliminação de toxinas e resíduos que o corpo não precisa será muito mais difícil, o que pode afetar ou prejudicar o processo de perda de peso. Para se manter saudável e perder peso, você precisa consumir entre 6-8 copos de água por dia.
2. Você não deve pular refeições. Certamente esta sugestão você já deve ter lido ou ouvido, mas é um hábito que muitas pessoas acham que é difícil de retirar, porque eles pensam, erradamente, que quanto mais você come, mais vai engordar. A realidade é que se você comer porções moderadas a cada 3 ou 4 horas, seu corpo aumenta o metabolismo, e consequentemente queima a gordura mais rápido. Caso contrário, seu corpo guarda as reservas de energia, acumulando no tecido adiposo, principalmente na barriga. Por outro lado, fazer 5-6 refeições por dia tira fome, evitando o acumulo de gordura excessivo na barriga. Se você pode incorporar este hábito em sua dieta, ele vai ser muito mais fácil, não só para perder peso, mas para mantê-lo.
3.Ir dormir e seguida de ter comido. Este hábito não é saudável e não irá ajudá-lo a perder peso, especialmente se você comeu em excesso. À noite, o metabolismo fica mais lento e também com o sono, a digestão e metabolismo dos alimentos será mais difícil, de modo que, em vez da queimar a gordura, ela será reservada no corpo.
Se você considerar esses três hábitos errados, levará a uma perda de peso antes que você note ficando tudo mais fácil, e quando você atingir o seu peso, será mais fácil de manter.
Não se esqueça de adicionar a atividade física na sua vida. O sedentarismo também é um hábito que está se tornando mais popular, mas vai contra o seu peso e principalmente contra a sua saúde e seus hábitos saudáveis. (Fonte: saudedicas)


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O BURRO E O BURACO



Um dia, o jumento de um fazendeiro caiu num poço. O animal relinchou penosamente por horas, enquanto o fazendeiro pensava o que fazer.
Por fim, o fazendeiro chegou à conclusão de que o poço precisava mesmo ser fechado e, como o animal estava velho, não valia a pena resgatá-lo.
O fazendeiro convidou seus vizinhos para ajudá-lo. Todos pegaram pás e começaram a jogar terra dentro do poço.
No início, percebendo o que acontecia, o jumento relinchava, desesperado. Depois, para surpresa geral, aquietou-se.
Algumas pás de terra depois, o fazendeiro resolveu olhar para baixo e ficou surpreso com o que viu.
O jumento sacudia cada pá de terra que caía sobre ele, e aproveitava a terra para subir um pouco mais.
Enquanto os vizinhos do fazendeiro continuavam a jogar terra no animal, ele a sacudia e subia cada vez mais.
Não demorou para todos se espantarem ao ver o jumento escapar do poço e sair trotando alegremente.
A vida vai jogar terra em você. Todo tipo de terra. Para sair do poço, o segredo é sacudi-la e aproveitá-la para subir mais um pouco.
Cada um dos nossos problemas pode ser um degrau. Sairemos do poço mais profundo, se não nos detivermos, se não desistirmos. Sacuda a terra e aproveite-a para subir um pouco mais.

Lembre-se de cinco regras simples para ser feliz:
• Livre seu coração de todo ódio. Perdoe.
• Livre sua mente das preocupações. A maioria nunca acontece.
• Viva com simplicidade e aproveite o que você tem.
• Ofereça mais.
• Espere menos.


Fonte: http://nextgroup.com.br/

domingo, 29 de setembro de 2013

Como descobrir se você está sendo chato


Entenda as principais características ligadas à chatice e evite ser um estraga-prazeres
Inconveniente, repetitivo, dono da verdade e irritante. São essas as principais características do chato, segundo o “Tratado Geral dos Chatos” (Civilização Brasileira). Considerada a bíblia do assunto, a obra escrita por Guilherme Figueiredo em 1960 descreve todas as variações da chatice, “qualidade” que, não à toa, tirou sua denominação de um parasita capaz de causar irritação e incômodo nas partes íntimas do homem.
Daí a associação com aquela pessoa importuna, que não sabe se comportar no convívio social. “O chato é pouco sensível ao entorno, ao próprio ambiente, então não percebe sua inadequação”, pontua Denize Rubano, professora Faculdade de Psicologia da PUC São Paulo.

Pessoas inconvenientes sempre existiram. As roupagens é que mudam com o tempo, conforme explica o psicanalista Raymundo Lima, professor do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e estudioso da obra de Guilherme Figueiredo. O clássico e inocente “chato de galocha”, por exemplo, mostra o aspecto cultural de sua época: era aquele sujeito que não tirava as galochas molhadas para entrar nos locais. Molhava tudo e irritava as pessoas.
Há chatos menos datados na lista de Figueiredo. É o caso do “chato-etílico”, que se revela depois de alguns goles. Fã de pegadinhas, o “chatimbanco” adora puxar a cadeira quando você vai sentar. Já o “existenchatista” não precisa fazer nada. Basta a sua presença para chatear os demais. A lista do livro é extensa e não são necessárias explicações pseudocientíficas para reconhecê-los. O dia a dia é um observatório deles.
Desculpe se estou sendo chato
Falta de educação pode ser um forte indício de chatice. “O chato quase sempre invade a privacidade do outro e o deixa constrangido”, descreve Lima. Por isso afasta as pessoas. “Lá vem ele”, é comum escutar antes de uma rodinha de gente se espalhar. Mas uma cena dessas 
não inspira pena. Isso porque “o chato nunca se chateia”, como garante Figueiredo.

Os chatos são pessoas que não têm os limites claros. “Falam muito perto, pegam o tempo todo no outro enquanto conversam, abrem a geladeira na casa de alguém que mal conhecem. Ou seja, ultrapassam os limites”, resume Liliana Seger, coordenadora do Ambulatório dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas.
A chatice também está ligada aos comportamentos extremos. “Uma pessoa que não tem humor é chata, mas fazer gracinha o tempo todo também é muito chato. Tudo que é totalmente introspectivo ou extrovertido corre o risco de ser chato”.
Para Liliana, o chato não se dá conta que está sendo inadequado porque o chateado não é assertivo o suficiente para sinalizar o problema. Outro motivo pode estar relacionado a uma crise eufórica. “O cérebro produz uma sensação prazerosa nesse momento. E o chato entende que ele foi agradável, não o contrário”, completa Raymundo Lima. “Eu sou assim”
A voz, os gestos e o modo de se relacionar dão pistas sobre o grau de importunação dos chatos. São normalmente politicamente incorretos. Fazem piadas inapropriadas com minorias. O intelectual também dá seus sinais de chatice, pois só fala de ideias e tem dificuldade de relaxar.
A repetição é uma característica fortemente ligada à chatice, como os casos de transtorno obsessivo compulsivo: aqueles que acumulam entulho em casa ou lavam as mãos a cada minuto. “Toda doença neurótica costuma ser chata”, diz o psicanalista Raymundo Lima.
O chato convicto aprendeu a viver de sua própria maneira e não sabe viver de outra forma. “Pelo lado da psicanálise, é triste notar que eles desenvolveram um traço de caráter, de personalidade, que é difícil de ser removido pela própria pessoa ou pelo meio social”, lamenta Lima. O chato desenvolve esse maneirismo e se beneficia disso na medida em que se acomoda. É esta a sua marca: “eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim”.
 (Ig)


Previna e combata o envelhecimento dos pés aos cabelos


Para prevenir os sinais do envelhecimento e proteger a pele, o básico é usar diariamente protetor solar ou cremes hidrantes com bloqueador de radiação UV.
O ideal é passar protetor a cada duas horas nos lugares que vão ser expostos ao sol de uma forma prolongada.
Se você trabalha em escritórios fechados e acha complicado aplicar o produto a cada duas horas, pode passar pela manhã e reaplicar antes de sair na rua para almoçar.
 Existem muitos problemas de pele consequentes dos banhos de água quente, como coceira, eczema por ressecamento, rosáceas e acne. Por isso, o ideal é tomar banhos mornos.
Para o rosto, o ideal é lavar apenas com água fria, para manter o viço da pele. Outro cuidado fundamental é o uso diário de hidrantes, de preferência aqueles a base de ácidos retinóico e glicólico, que estimulam a produção de colágeno. Além da hidratação tradicional, a maquiagem também pode ser uma aliada. Um make feito com uma base com protetor solar, que controle a oleosidade, pode ser um tratamento adequado.
Para evitar rugas e melhorar a aparência das que já se instalaram, a dermatologista Flavia Naranjo Ravelli indica o uso de cremes contendo retinóides, ácido hialurônico, vitamina C e alfa-hidroxiácidos. Segundo ela, esses ativos também servem para evitar o enrugamento e flacidez das áreas do colo e pescoço, além de serem utilizados no corpo se o objetivo for rejuvenescimento. Para isso, basta aplicar uma camada mais generosa que a habitual.

O sono – ou a falta dele - também pode favorecer o aparecimento das linhas indesejáveis. O indicado é dormir no mínimo 8 horas por noite, além de dormir de barriga para cima, pois ao ‘amassarmos’ a face no travesseiro estamos favorecendo o surgimento ou agravamento das rugas.
Uma das regiões que mais entregam a temida passagem do tempo é a dos olhos. Por ter uma pele delicada, a área é mais sensível e requer o uso de produtos específicos para a região, que em geral tem uma concentração menor de ativos. Se o mesmo creme que utilizamos para a face for usado nos olhos, a paciente corre o risco de irritações e alergias.
Mãos e cabelos
Com o passar do tempo, os sinais do envelhecimento ficam evidentes nas mãos, seja com a textura da pele, que fica mais "mole", ou com algumas manchas, dependendo da pigmentação da pele. Por estarem expostas o tempo todo, às vezes é mais difícil deixá-las hidratadas na maior parte do dia. Para facilitar a vida, o ideal é, à noite, antes de dormir, usar cremes específicos à base de ácidos retinóico ou glicólico.

Já os cabelos começam a demonstrar sinais de envelhecimento a partir dos 40 anos, quando os fios ficam mais quebradiços e frágeis com a diminuição de hormônios. Outro símbolo de desgaste dos fios são os cabelos brancos, que nascem com a morte das células que produzem a cor nos cabelos, chamadas de melancócitos. O uso de nutricosméticos, ricos em vitaminas e minerais, é indicado pelo tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo.
Para o dia a dia, ele orienta procedimentos caseiros para manter a beleza e vivacidade dos fios, como máscaras e massagens durante a lavagem dos cabelos, que ativam a circulação e a distribuição de nutrientes nos fios.
Procedimentos químicos, como alisamentos e tinturas, e o uso de chapinhas devem ser feitos com moderação, porque além de agredirem o couro cabeludo, aceleram a “velhice” dos fios, segundo o especialista.

"A agressão ao cabelo pode gerar até uma alopecia (queda de cabelos) cicatricial, em que não nascem mais fios. Um exemplo é uma queimadura química que pode ser promovida, por exemplo, em uma escova progressiva mal aplicada", alerta Almeida. 
Produtos que promovem volume e brilho nos cabelos ajudam a garantir uma aparência mais jovial. Com fios volumosos e brilhantes e pele bem cuidada, fica fácil parecer alguns bons anos mais jovem. Que tal experimentar? (Ig)


Às crianças (Angela Rego)


     Fui uma criança que brincava no quintal de casa. E não era um espaço qualquer, tinha pomar. E que pomar! Havia um pé de manga, um pé de goiaba, um pé de mamão, um pé de limão, um de laranja e por determinado tempo (meses) tinha ainda muitos pés de milho.
    Por ser pequena os pés de milho de uma hora pra outra viravam árvores e eu podia brincar de floresta. Brincava também de pentear os cabelos das espigas. Eles nasciam loiros, muito brilhantes,  eu ficava  sempre fazendo tranças e colocando laços nas pontas. E aproveitava para criar verdadeiras histórias de boneca!
    Minha mãe ensinou-nos, tanto a mim quanto aos  meus irmãos, a brincar de circo no meio  das árvores. Amarrávamos corda entre os galhos e fazíamos piruetas. Colocávamos barras de ferro entre as árvores e fazíamos malabarismos.
    Meu irmão, com ajuda de meu pai,  construiu uma casinha de madeira que foi colocada em cima do pé de manga. Aí, ele brincava de Tarzan e nós, os outros  quatro, ficávamos esperando a oportunidade de ser o próximo a subir na árvore e entrar na casa. Tempos bons!
    Brincávamos com os meninos da vizinhança, uma hora na casa de um, outra hora na rua. Quase não passava carro e a rua muito larga, tinha espaço de sobra pra todos.
    Podíamos brincar de correr, de pular corda, de pique esconde, de amarelinha, de carro de rolimã, de bicicleta, de perna de pau... Aproveitávamos as latas de Nescau para fazer telefone com fio.  Amarrávamos as latas sob os pés e andávamos como se fôssemos gigantes.
    Nossos lanches eram com frutas e biscoitos feitos em casa pela minha avó. No almoço sempre tinha verduras e legumes colhidos no quintal.
    Acho que as crianças hoje têm possibilidade de se divertirem muito também, de formas diferentes das que citei. O que os adultos, os pais no caso, precisam ficar atentos é para que as crianças não fiquem muito tempo em frente de televisão e computador.
    Hoje tenho netos e procuro fazer com que eles brinquem em parques, em praças. Sempre que posso levo livros para ler com eles e brinquedos saudáveis que os forcem a praticar exercícios físicos e mentais.

Que as crianças possam ser felizes e aproveitar este período lindo que é a infância!

A guerra da desinformação


     Tem aquele ditado segundo o qual a primeira vítima de uma guerra é sempre a verdade. Verdade! O Brasil convive com algumas guerras cotidianas nos morros, no trânsito, nos rincões do país e, evidentemente, na política partidária. Em todas essas frentes, informações são torturadas, detidas e assassinadas diariamente; vide o caso Amarildo, no Rio. Acontece que os crimes são cometidos contra a verdade, nos mais diversos campos, e os cadáveres acabam entrando no cálculo da última batalha da lista acima, a ideológica.
  O bipartidarismo informal do Brasil, quase igual ao do sistema norte-americano, coloca-nos numa espécie de campanha eleitoral perene. Aécio Neves acusou a presidente Dilma Rousseff de ser uma “candidata ocupando a cadeira da Presidência da República” em virtude do pronunciamento dela no 7 de Setembro. Mas não é ele um candidato de oposição ao Planalto sentado numa cadeira de senador?      E qual é o projeto principal de um parlamentar? A reeleição. Na gestão pública brasileira, seja no Executivo ou no Legislativo, são todos eternos candidatos. Melhor, são soldados nessa guerra fria partidária de dois lados.
  A militância se desvirtuou em campanha constante, e o compromisso com a verdade é prescindido em favor do prioritário projeto de poder. São diversos os “fronts” explorados pelas milícias partidárias. A passeata contra a corrupção recebe gente infiltrada. Cartazes e pichações nos muros dizem mais do que as palavras expressam. No mercado editorial, livros com capa e discurso sérios fazem panfletagem deslavada para um lado ou para outro. Gráficos e séries estatísticas atestam qualquer tese que se queira demonstrar – números são dados virgens, conteúdo em estado bruto e de matéria maleável.

 
 Na internet, esse campo aberto em que todo mundo é produtor e promotor de conteúdo, a batalha partidária é franca, desembargada. Nas redes sociais, então, discursos enviesados e conspirações são munições plantadas, curtidas e compartilhadas. Há quem se revolte com energia suficiente para um clique, e há quem retruque. São palavras e mais palavras que se desmancham na tela, até surgir o novo post, mais “bombástico”.
   A um ano da eleição, a indústria do dossiê opera a todo vapor, sem dúvida, e os guerrilheiros digitais, sejam mercenários ou militantes, se ainda não se armaram, breve começarão a plantar suas minas em blogs e fan pages arquitetadas para parecer independentes. Nessa guerra, perdemos todos, inclusive nós, que militamos por um jornalismo sério. O bombardeamento é geral, e, admite-se, fica difícil ter convicção sobre Mais Médicos, black blocs, mensalão e Amarildos. Resta a desconfiança, baliza firme, de que a verdade, essa musa inatingível, é muito mais complexa do que dois lados insistem em nos convencer. (João Gualberto Jr.)




Pequenas coisas capazes de te fazer mais feliz


Exercitar a felicidade, pouco a pouco, é a chave para quem pretende alcançá-la
     
Felicidade: muitas pessoas passam a vida procurando por ela. É claro que, até hoje, ainda não se encontrou uma receita exata para a felicidade, mas algumas pequenas coisas da vida podem nos dar essa sensação plena, ainda que seja por alguns instantes. Costumamos perder a noção do que nos faz felizes em meio à rotina enlouquecida que somos quase obrigados a levar por conta da vida profissional, dos estudos, da família.
O que significa ser feliz, verdadeiramente? Já se sabe que dinheiro, beleza, o celular da moda, milhares de amigos e até mesmo um amor sincero não são garantias de felicidade. Há quem tenha todas essas coisas e não se sinta completo, assim como há quem não tenha quase nada e ande de mãos dadas com a alegria de viver.
Sendo assim, qual a fórmula, qual o grande mistério existente em torno da tão sonhada felicidade?
     Embora não haja uma resposta exata, é possível aumentar a duração de nossos momentos felizes ao longo do ano, do mês, do dia. Como? Simples, procurando encaixar pequenos prazeres entre as tarefas do cotidiano. Se você quer ser mais feliz e não sabe como, a lista a seguir te ajuda a exercitar a felicidade pouco a pouco.
Resgatar músicas da época de adolescente;
dançar sozinho em casa;
assistir ao nascer do sol de vez em quando;
  jogar conversa fora com um amigo;
comprar um livro novo;
 fazer amizades em lugares inusitados;
visitar velhos conhecidos;
andar de mãos dadas com um amigo ou um amor;
 ver a chuva cair através do vidro;
descobrir uma banda nova;
receber uma carta escrita à mão;
dar uma flor a alguém;
encontrar dinheiro no bolso de uma roupa que estava guardada há tempos;
 olhar fotografias antigas de família;
assistir a um desenho animado que marcou sua infância;
dormir em lençóis recém-lavados;
fazer outra pessoa sorrir;
um show de fogos de artifício;
acordar cedo e ver a neblina sobre a cidade, nos dias frios;
receber um presente sem nenhum motivo especial;
abraçar alguém;
 ver o movimento das nuvens no céu;
presenciar um encontro especial entre desconhecidos;
o cheiro da roupa passada;
comer seu prato predileto em um dia qualquer;
receber uma ligação inesperada de alguém muito querido;
ouvir no rádio, de repente, aquela música legal que você não ouvia há anos;
 tirar um cochilo no meio da tarde;
descobrir uma habilidade nova;
raspar o restinho da massa crua de um bolo;
filmes inspiradores;
viajar;
devorar – sem culpa – uma barra de chocolate inteira ou toda uma panela de brigadeiro;
coincidências;
encontrar o elevador parado no andar em que você está;
ver balões no céu da cidade;
o semáforo aberto, quando se tem pressa;
achar para comprar aquele doce que você comia quando era criança e que nunca mais tinha visto;
receber um favor de um desconhecido, sem interesse algum;
gargalhar até que escorram lágrimas;
cantar sozinho ao dirigir;
dormir ouvindo a chuva no telhado ou na janela;
uma bebida muito refrescante em um dia quente;
beijos;
cheiro de bebê;
chegar em casa e encontrar tudo arrumado;
 acordar cedo e descobrir que é domingo;
encontrar um objeto muito querido que julgava ter perdido;
 tomar um banho demorado;
 o cheiro gostoso que fica na pele depois do banho; 
 descobrir que a felicidade é muito mais simples do que parece. (Dicas de Mulher)