quarta-feira, 29 de junho de 2011

Tenha prazer em ser ético!




Seja uma pessoa séria. Tenha prazer em ter posturas éticas. Aprenda o poder que a coerência tem para nos proporcionar paz e alegria interior. Todas essas frases estão ligadas a uma proposta de vida bem diferente do que temos visto por aí. Uma maneira de viver que não privilegia "os jeitinhos", as ações egoístas que prejudicam outras pessoas para se auto-beneficiar. Não sei se você já parou para pensar nisso, mas uma postura ética está diretamente associada a uma vida mais saudável. Quem tem uma vida com valores morais sólidos, baseados em altruísmo e paz interior tem uma serenidade muito mais profunda que qualquer benefício passageiro que uma postura anti-ética possa proporcionar!
Precisamos rever nossos valores e refletir sobre nossa forma de viver todos os dias. Para muita gente, enganar para se beneficiar, passar por cima das leis para se sentir mais esperto e mesmo ignorar posturas mais simples, porém importantes, é algo fora da realidade. Um grande equívoco! Como construir uma sociedade mais equilibrada enquanto ainda temos pessoas que são incapazes de utilizar um banheiro público com asseio pensando naqueles que virão após ele? Em pleno século XXI ainda temos pessoas que jogam lixo nas ruas, ignorando princípios simples de cuidados com o meio ambiente.
Precisamos despertar em nossas crianças o prazer em viver e ser uma pessoa que se importa. Quem tem prazer em ser ético, mesmo quando outros não o são, demonstra que essas pessoas se importam. Precisamos nos importar mais. Quem se importa, cuida. Quem não se importa age de qualquer maneira. Quem se importa pensa, pondera e depois age. Quem não se importa age e talvez algum tempo depois, pense no que fez. É tão bacana quando vemos exemplos de pessoas que devolvem dinheiro que acham nas ruas que não lhe pertencem e assim mantêm um senso de consciência social que lhes pertence. Quando ensinamos isso a nossos filhos a partir de nossos exemplos, além de educarmos para o bem viver, compartilhamos uma forma de viver mais harmoniosa para todos.
O bullying, tão discutido atualmente, muitas vezes é estimulado por pais e educadores negligentes em propagar o prazer de ter bons valores. Assim, muitas crianças e adolescentes acham mais prazeroso humilhar outros para se divertir, ignorando o mal que fazem não apenas a outrem, mas a si mesmo! E como esses exemplos, temos muitos outros. Portanto, aproveite o dia de hoje e reflita sobre como você tem vivido sua vida e como tem cuidado de seus valores. (Ricardo Melo)

Destino Incerto

Comentando notícia deste jornal de que, até 2007, foram abertas 7 mil investigações sobre homicídios e mais da metade não foi concluída, o professor Antônio Álvares da Silva, da UFMG, após analisar a situação da violência no Brasil, finaliza, pessimista:
"O Estado brasileiro caminha para o caos total, não obstante estejamos entre as dez mais fortes economias do mundo. Minha pergunta é a seguinte: para onde vai tanto dinheiro e esforço? Até quando o Estado vai arrancar, com tributos, a pele do cidadão, sem dar-lhe nada ou muito pouco em troca? O próximo passo é não sair de casa, sob o risco de perdermos a vida. Então estaremos definitivamente no fim".
O raciocínio é o que temos feito, frequentemente, por este nosso instrumento de luta, que é o jornal. Mas sabemos que há cidadãos honestos ao nosso lado no Judiciário, no Ministério Público, em áreas do governo, nas polícias e em tantos outros bastiões de defesa do interesse da população e da via. As exceções são exceções.
Em adição à observação do ilustre professor, registro que apenas 8% dos homicídios são solucionados no Brasil. Segundo o estudo "Mapas da Violência 2011", do Ministério da Justiça, dos 50 mil assassinatos, aqui ocorridos por ano, 4 mil têm autores identificados e presos. Em Alagoas, por exemplo, apenas 2% dos casos são solucionados. Métodos defasados de investigação e falta de investimentos na polícia técnica são algumas das causas para o baixo índice de esclarecimento. O Conselho Nacional do Ministério Público quer agilizar as investigações e adverte para outro dado alarmante. O país pode ter hoje mais de 100 mil assassinatos sem solução em inquéritos abertos até o ano de 2007.
E é tão bom por aqui ser criminoso, homicida inclusive, que Cesare Battisti para cá veio e, mesmo preso algum tempo, gostou. Mobilizou-se meio mundo para libertá-lo. Atendido, foi para um motel de Guarujá, para aproveitar a benesse. Agora, o assassino pretende permanecer. Tem razões.
Outra bondade tem explicação: o Senado aprovou o projeto estipulando redução da pena do preso que estudar, seja cursos de ensino regular ou de educação profissional. A medida, como ocorre no caso de dias de trabalho, beneficiará tanto os presos em liberdade condicional, quanto os cumprindo pena em regime fechado. O projeto vai a sanção presidencial.
Daqui a pouco, os juízes não poderão mais decretar prisão preventiva de acusados de crimes com penas inferiores a quatro anos de cadeia. Assim, o tempo passa, enquanto as autoridades cogitam de liberar assassinos brasileiros e estrangeiros, de dar-lhes oportunidade para estudar. De fazer aquilo que as crianças e adolescentes não mais têm ensejo porque o crime já não o permite.
Enquanto redigia estas notas, inúmeros lares foram assaltados e não poucos perderam a vida, inclusive nas ruas esburacadas e nas estradas federais, grande parte das quais muito piores do que as abertas pelos pioneiros quando os veículos automotores começaram a circular. Não sabemos mesmo para sabermos para onde vamos. (Manoel Higino)

Se a Amazônia é nossa, por que não cuidamos dela?




Um amigo me procurou tempos atrás porque queria usar suas férias para conhecer a Amazônia. Não as capitais, nem os hotéis engana-turistas, com seus macacos amestrados, pesca de piranhas e índios contratados para fazer dancinhas. Mas a floresta – e o povo da floresta. Expliquei a ele que não existe uma Amazônia, mas muitas, e que uma vida não basta para conhecê-las. Mas, se ele quisesse ter um contato real, precisaria sair do turismo previsível e se entregar à experiência. Meu amigo foi, então, para a reserva de Mamirauá, no estado do Amazonas, e, depois, comprou uma rede e embarcou num barco de linha pelo rio Solimões. A única parte previsível da viagem é que ele voltaria apaixonado – transformado e transtornado. E foi o que aconteceu. Meu amigo agora é um brasileiro com uma memória amazônica dentro dele, que o sobressalta a cada (má) notícia anunciada pelos jornais de São Paulo, onde vive.
A experiência do meu amigo me ajudou a compreender por que boa parte dos brasileiros pouco se importa com a Amazônia. Se você perguntar para qualquer pessoa na rua ou numa festa de família, ela vai enfaticamente dizer que a Amazônia é nossa, é o pulmão do mundo, é importantíssima. Mas, na prática, vai testemunhando a devastação da floresta pelo noticiário enquanto toma um pingado ou uma cerveja. Porque a Amazônia, para a maioria, não passa de uma abstração.
Uma floresta meio mitológica e longe, muito longe – não digo distante como Marte, mas muito mais distante do que Miami, Cancun ou mesmo o deserto do Atacama ou a Patagônia, destino dos que se consideram um pouco mais aventureiros. Até porque a Amazônia real exige força de espírito, uma entrega ao incontrolável da vida. A relação me lembra da inauguração do Animal Kingdom (Reino Animal), parque temático da Disney, nos anos 90, em que as crianças presentes ficaram profundamente entediadas porque os leões de verdade não falavam com elas nem faziam show aeróbicos, mais preocupados eles mesmos em dormir de tédio naquela selva de mentira.
Em Mamirauá, meu amigo era o único brasileiro do grupo. Havia dois britânicos, dois australianos e um austríaco. Nenhum deles fazia o tipo Indiana Jones. Meu amigo é roteirista de TV, dois dos visitantes eram do mercado financeiro e mexiam com a Bolsa, uma mulher estava estudando mandarim porque seu banco a mandaria para a China no mês seguinte, outra era publicitária, e o austríaco era um aposentado que cuidava da mulher doente havia duas décadas e uma vez por ano tirava férias e saía pelo mundo. Todos eles conheciam o Brasil – não o país turístico, mas um bem mais interessante – melhor do que o meu amigo, o que o deixou primeiro chocado, depois envergonhado. Deram-lhe dúzias de dicas preciosas sobre lugares pouco badalados. E não, não estavam atrás da biodiversidade brasileira. Queriam apenas conhecer o Brasil profundo e voltar para a rotina de suas vidas em seus países de origem com experiências – e não apenas com fotografias.
Fico me perguntando: por que a discussão do novo Código Florestal não mobiliza multidões em vez dos mesmos de sempre? Ou por que o povo não protesta pela aprovação açodada da usina de Belo Monte, concedida pelo Ibama neste início de junho mesmo sem que o consórcio tenha cumprido todas as exigências, num processo claramente atropelado desde o início? Tão atropelado que já gerou no passado o pedido de demissão do responsável pelo licenciamento no Ibama, que saiu denunciando que não suportava mais a pressão. Está em curso a aprovação de um Código Florestal que contraria o bom senso ao anistiar desmatadores, entre outras liberalidades, e que representa um retrocesso na política ambiental do país em um momento crucial para o Brasil. Isso dito não por mim – mas por gente que dedicou a vida a estudar o tema. E ninguém faz passeata nas capitais.
A bacia do Xingu, onde o governo quer construir a usina de Belo Monte, é a moradia de 28 etnias indígenas, 440 espécies de aves, 259 de mamíferos e 387 de peixes. A obra vai deslocar pelo menos 20 mil pessoas de suas casas e outras 100 mil poderão migrar para uma região conhecida pelos conflitos de terra. O lago ocupará uma área equivalente a um terço da cidade de São Paulo. Como afirma Marina Silva em artigo, a previsão é de que algo em torno de 210 milhões de metros cúbicos, só um pouco menos que o volume subtraído para a construção do Canal do Panamá, seja retirado para a escavação dos canais. Sem contar a duvidosa viabilidade econômica do megaprojeto tocado pelo consórcio Norte Energia, que já sofreu várias desistências. Nem se sabe direito quanto a obra vai custar, já que os cálculos mudam a todo momento. Seja você contra ou a favor ou mesmo sem opinião formada, há de concordar que uma obra desta proporção, que vai alterar todo o ecossistema de uma região vital para o país e para o planeta, não pode ser construída sem cuidados rigorosos e respostas claras.
E isso tudo se desenrola numa época em que a implantação de grandes obras como hidrelétricas na Amazônia são questionadas como solução para o problema da energia no país por gente respeitável. Mas, cada vez que alguém ousa ter uma opinião dissonante ou fazer perguntas perfeitamente lógicas, imediatamente é “acusado” de ambientalista radical. Quando não culpado pelo déficit energético do país, como se a única alternativa fosse destruir o meio ambiente em prol do desenvolvimento. É complicado mesmo conciliar a geração de energia com a preservação ambiental, mas não há escolha nesse momento histórico – e chegamos a esse impasse porque demoramos a acordar (se é que acordamos). É para encontrar soluções responsáveis que tanta gente estuda e tanto dinheiro público é gasto. Se fosse fácil, qualquer um faria.
Belo Monte, por exemplo, é anunciada há uns 20 anos. E sempre que foi anunciada colaborou para acirrar os conflitos de terra na região de Altamira, no Pará. Onde já vive uma parcela considerável dos abandonados da Transamazônica e dos projetos megalômanos de ocupação da floresta promovidos pela ditadura militar. No Avança Brasil, de Fernando Henrique Cardoso, a retomada de Belo Monte estava prevista, e o mero anúncio triplicou a população da miserável Anapu, multiplicando os conflitos de terra na região. Não foi por obra do acaso que a missionária Dorothy Stang foi assassinada em Anapu. Mas a relação entre uma coisa e outra em geral é convenientemente esquecida.
Parece que a maioria pouco se importa, de fato, com o destino da Amazônia. Exceto os que vêm lutando e morrendo por ela, como aconteceu com quatro brasileiros entre 24 e 28 de maio – José Cláudio Ribeiro da Silva, Maria do Espírito Santo da Silva, Adelino Ramos e Eremilton Pereira dos Santos. Agora, se alguém lançar um SPAM na internet dizendo que “gringos” e “ONGs” americanas estão invadindo a Amazônia, aí o povo grita. Multiplicam-se os discursos ufanistas. Porque, afinal, a “Amazônia é nossa”. Pelo jeito, tão nossa que podemos acabar com ela. Gritar é fácil, pensar e se comprometer dá mais trabalho.
Tive o privilégio, por ser repórter e me interessar pela região, de conhecer várias Amazônias. Tenho uma vida simples e todo o dinheiro que me sobra, quando sobra, uso para conhecer o mundo da forma mais barata possível – e conheço menos do que gostaria, mas mais do que a maioria. Posso afirmar, sem hesitação, que o lugar mais belo que conheci em toda a minha vida, até hoje, foi a Amazônia – a parte ainda salva dela. Acho que, em algum momento do ensino médio ou fundamental, todos os estudantes deveriam conhecer uma parte da floresta, para se apropriar dela no coração, desde cedo, como o meu amigo que partiu de férias para Mamirauá e navegou pelo Solimões ao sabor das histórias do povo da floresta. Aí, sim, poderíamos dizer que a Amazônia é nossa.
Por enquanto, o descaso real com que acompanhamos o noticiário mostra que a Amazônia é apenas uma posse no imaginário da população. Mas não há uma apropriação real, concreta, que se traduza em preocupação e em cuidado com aquilo que se ama. Porque a floresta é apenas uma abstração para boa parte dos brasileiros.
Não, não são os gringos que estão dilapidando a Amazônia. Se a culpa fosse deles, seria bem mais fácil. Somos nós mesmos. E estamos à beira de sermos coniventes com mais dois golpes de morte – o novo Código Florestal e a aprovação descuidada da usina de Belo Monte. (Eliane Brum)

Crime que compensa


Nos últimos anos no Brasil têm acontecido certas coisas das quais até Deus duvida. Afastado do cargo de chefe da Casa Civil da Presidência da República sob a acusação de ser chefe de uma organização criminosa que operava o "mensalão", o então todo-poderoso ministro José Dirceu foi chamado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na própria solenidade de suas substituições, como "o nosso Zé Dirceu".
O tesoureiro do mesmo "mensalão", Delúbio Soares, em pleno auge do escândalo, foi eliminado dos quadros do seu partido, o PT, numa tentativa marota de se salvar as aparências junto à opinião pública. E tanto foi uma marotice a história que, baixada a poeira, Delúbio foi recepcionado de volta aos quadros petistas, com direito a farto churrasco de comemoração.
No primeiro mandato do governo Lula, o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, foi também escorraçado do Palácio do Planalto por pressão de opinião pública, depois de pilhado em flagrante como frequentador de uma mansão de lobistas em Brasília, igualmente ilustrada por generosas representantes do sexo feminino, amplamente conhecidas por pertencerem à categoria das que só dizem sim. Quem entregou Palocci foi o seu caseiro, que vira o alegre homem forte do Governo várias vezes entre os convivas dos festivas reuniões.
Depois, ainda no governo Lula, uma assessora direta de atual presidente Dilma Rousseff na chefia da Casa Civil, em decorrência do afastamento da então titular para se candidatar à sucessão no Palácio do Planalto. Seu nome: Erenice Guerra, que ficou por lá pouco tempo. Também foi escorraçada por pressão pública, após se constatar que filhos da então ministra faziam tráfico de influências no Governo, em troca de vultosas comissões em dinheiro.
Na certa empolgada com o sucesso popular do Bolsa-Família, a ministra Erenice abriu a bolsa do Governo e chamou a família.
Já no atual período, Dilma Rousseff, como se nada houvesse acontecido antes, Palocci fez o seu retorno triunfal no Planalto, justamente para chefiar a estigmatizada Casa Civil. Descobriu-se, então, que nos quatro anos em que exerceu o mandato de deputado federal, ele ganhara cerca de R$ 900 mil, o que lhe possibilitou, no entanto, respaldo financeiro para comprar um apartamento e um escritório em São Paulo, no valor de R$ 7 milhões. Resultado: escorraçaram com ele de novo, mas na cerimônia de sua saída Palocci ganhou festa de herói petista: foi aplaudido de pé, não se sabe por quê.
Agora, é o caso do terrorista italiano Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua em seu país, sob a acusação de haver assassinado, como militante ideológico de esquerda, quatro pessoas. O ex-presidente Lula se recusou a extraditá-lo e, na semana passada, o Supremo Tribunal Federal - onde mais de dois terços de seus integrantes foram nomeados pelo mesmo Lula - resolveu manter a decisão do então presidente, por considerá-la "soberana", acima, portanto, de quaisquer tratados internacionais.
Condenado à prisão perpétua no Itália, o terrorista assassino foi beneficiado com a liberdade perpétua no Brasil, onde, pelo que se vê, o crime por ideologia compensa. É o Brasil do novo tempo. (Roberto Elísio)

Acabe com o sono depois do almoço



Conheça truques saudáveis para combater a sonolência diurna
Subir escadas no trabalho ajuda a combater o sono
Você sente sono depois do almoço? Pois esqueça o café.
Existem truques bem mais saudáveis para se manter atento e concentrado, válidos inclusive para quem trabalha diante do computador e em silêncio. Vamos lá?
Primeiramente, faça um exercício. Nada radical ou intenso, afinal seu corpo está se dedicando ao processo digestivo. Qualquer atividade pesada demais pode fazer você passar mal.
“Suba um lance de escadas ou ande um pouco”, recomenda Anderson Vieira, coordenador técnico da Academia Monday, unidade Plaza Sul.
O exercício leva poucos minutos para ser feito e consegue aumentar a frequência do coração.
“Com o aumento da frequência, ocorre também o aumento do fluxo sanguíneo que faz a pessoa despertar”, esclarece o educador físico.
O porquê do sono
O pneumologista e médico do sono Denis Martinez, autor do livro "Prática médica do sono" e um dos fundadores da Associação Brasileira do Sono, cita dois motivos para a sonolência diurna. Primeiro, o relógio biológico do ser humano apresenta naturalmente dois pequenos picos de sonolência diurna: um no início e outro no final da tarde. “Cães e gatos não dormem durante o dia? Isso é típico dos mamíferos”, explica.
Segundo, a ingestão de alimentos mais gordurosos no almoço favorece a sonolência. “Alimentos gordurosos dão mais sono, segundo um amplo estudo já realizado. O motivo ainda é desconhecido. Além disso, o mesmo estudo prova que comer muito ou pouco não interfere no sono”, afirma o especialista.
Isso derruba a antiga crença de que estômago e intestino exigem mais sangue para a digestão, o que causaria sono. Outra antiga crença sugere que o bicarbonato liberado no sangue durante a formação do suco gástrico teria a capacidade de prejudicar o sistema nervoso e causar sono. “Isso não tem nenhuma comprovação científica”, afirma o médico.
Outra confusão comum, afirma Martinez, diz respeito à presença de gás carbônico no sangue. “O gás carbônico não dá sono. Ele tira o sono e, por dormir mal, a pessoa fica sonolenta”, esclarece.
Conheça seis doenças agravadas por noites mal dormidas
Insônia também aumenta a sonolência diurna e pode indicar depressão, doença que avança no mundo e desafia os médicos. O uso de alguns medicamentos também pode agravar a sonolência e até contraindicar a condução de carros ou manuseio de máquinas perigosas. A apneia do sono, um dos três inimigos do homem, é outro problema que prejudica a qualidade do sono e causa sonolência.
"É importante a pessoa dormir de seis horas e meia a oito horas bem dormidas, em vez de muitas horas. Quem dorme demais pode estar fazendo isso para compensar a noite mal dormida", explica o médico do sono.
Melhor horário para o exercício
Para combater a sonolência diurna, não adianta voltar caminhando rápido do restaurante, depois do almoço, para chegar ofegante na mesa e retomar o trabalho. O exercício ajuda a combater a sonolência depois que ela dá seus primeiros sinais. A combinação do exercício com uma xícara de café pode parecer interessante, mas quem sofre de gastrite ou refluxo, a doença da moda, pode ter os problemas agravados pela ingestão do café.
O uso constante de café também está associado à perda de massa óssea, que aumenta o risco de osteopenia ou osteoporose. As doenças se caracterizam pela presença de ossos fracos e quebradiços, e requerem ingestão regular de cálcio para serem evitadas.
Além da caminhada ou dos lances de escadas, a pessoa pode fazer exercícios de alongamento. “Mas isso não substitui o outro exercício, pois não é capaz de aumentar o fluxo sanguíneo”, alerta Vieira.
O alongamento ajuda a manter a flexibilidade e também é uma alternativa interessante para evitar lesões no trabalho, resultados de esforço por repetição. ( Hoje em Dia)

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Estamos com fome de amor...

O que temos visto por ai ???
Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes.
Com suas danças e poses em closes ginecológicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plásticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???
Chegam sozinhas e saem sozinhas...Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos "personal dancer", incrível.
E não é só sexo não!
Se fosse, era resolvido fácil, alguém dúvida?
Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!
Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico na cama ... sexo de academia . . .
Fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão "apenas" dormir abraçadinhos,
sem se preocuparem com as posições cabalísticas...
Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolução cega.
Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção...
Tornamo-nos máquinas, e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...
Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada nos sites de relacionamentos "ORKUT", "PAR-PERFEITO" e tantos outros, veja o número de comunidades como: "Quero um amor pra vida toda!", "Eu sou pra casar!" até a desesperançada "Nasci pra viver sozinho!"
Unindo milhares, ou melhor, milhões de solitários, em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que não são as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal "beleza"...
Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos...
Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário...
Pra chegar a escrever essas bobagens?? (mais que verdadeiras) é preciso ter a coragem de encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa...
Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia isso é julgado como feio, démodé, brega, famílias preconceituosas...
Alô, gente!!! Felicidade, amor, todas essas emoções fazem-nos parecer ridículos, abobalhados...
Mas e daí? Seja ridículo, mas seja feliz e não seja frustrado...
"Pague mico", saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...
Você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais...
Perceba aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida...
E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois...
Quem disse que ser adulto é ser ranzinza ?
Um ditado tibetano diz: "Se um problema é grande demais, não pense nele... E, se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele?"
Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado...
O que realmente, não dá é para continuarmos achando que viver é out... ou in...
Que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas, maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas tão em moda, na TV, e também na playboy e nos banheiros, eu duvido que nós homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a mãe dos nossos filhos, gostamos sim de olhar, e imaginar a gostosa, mas é só isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.
Queira do seu lado a mulher inteligente: "Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida"...
Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: "amo você", "fica comigo", então não se importe com a opinião dos outros, seja feliz!
Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo! (Arnaldo Jabor)

Simpatias de Santo Antônio

Aprenda rituais para atrair um namorado, descobrir o nome dele ou apressar o casório.
Domingo (13) comemora-se o dia do mais casamenteiro entre os santos: Antônio. A imagem é afogada, colocada de cabeça para baixo, amarrada junto ao pé da cama, vendada e até congelada. O alívio só vem quando a cara-metade finalmente aparece.
Tudo teria começado em Nápoles, na Itália. Uma moça que não tinha dotes, dinheiro e bens para oferecer ao noivo, como costume, recorreu à imagem de Santo Antônio. Naquele mesmo instante, a jovem teria encontrado um bilhete informando sobre um comerciante que lhe daria muitas moedas, e assim aconteceu: ela se casou feliz da vida. Ainda hoje a fama de casamenteiro faz muitas solteiras sonharem.
Veja as simpatias que prometem milagres. Acredite, sonhe ou apenas divirta-se!
Para se casar
Você precisa de: 1 imagem de Santo Antônio; 1 vaso transparente c/ água; 7 rosas vermelhas
Coloque as rosas vermelhas no vaso com água. No dia 13 de junho, ofereça as flores a Santo Antônio e peça, em troca, um casamento em até sete meses, no máximo. Molhe a imagem do santo com a água do vaso transparente. Nos próximos dias 13 de cada mês, ofereça uma rosa a menos, (6,5,4...), até que se passem os sete meses, sempre molhando a imagem e dizendo ao Santo que, se não casar, ele nunca mais receberá suas lindas rosas.
Saber como anda o amor
Você precisa de: 2 agulhas; 1 bacia com água; 2 colheres de açúcar
No dia 13/06, coloque duas agulhas iguais dentro de uma bacia c/ água e açúcar. No outro dia se elas estiverem juntas, o casamento está próximo.
Conquistar um coração
Você precisa de: 1 metro de fita azul; 1 imagem de Santo Antônio
Na manhã do dia 12 de junho, véspera de Santo Antônio, escreva o nome completo da pessoa amada em uma fita azul de qualquer largura. Na mesma noite, conte sete estrelas no céu, sem apontar, e peça ao santo que te ajude a conquistar o coração dessa pessoa. No dia seguinte, amarre a fita nos pés da imagem e deixe lá até conseguir um namorado.
Descobrir o nome do verdadeiro amor
Você precisa de: papel e caneta; prato branco
Escreva os nomes dos candidatos ao seu coração em vários papeis e deixe um deles em branco. À meia-noite do dia 12/06, coloque tudo em um prato branco com água e deixe durante toda a madrugada no sereno. No dia seguinte, o papel mais aberto indicará o escolhido. Se o papel em branco for o mais aberto, isso significa que você ainda não conheceu o seu grande amor.
Sonhar com o futuro noivo
Você precisa de: 3 rosas vermelhas
No dia 12 de junho, coloque as pétalas de três rosas vermelhas embaixo do seu travesseiro e peça para que ele mostre em sonho o seu prometido. Só não vale ter pesadelo!
Descobrir se falta muito para o casamento
Você precisa de: 1 copo; 1 aliança
No dia 12, à meia-noite, amarre uma aliança – de alguém – numa linha ou fio. Coloque um copo sobre a mesa e segure o fio de modo que a aliança esteja no meio do copo. Pergunte em voz alta quantos anos faltam para o casório. O número de batidas nas bordas informa quantos anos ainda restam.
Para arrumar namorado
Você vai precisar de: uma rosa vermelha; uma fitinha de Santo Antônio
No dia 12 de junho, compre uma rosa vermelha. Amarre uma fitinha de Santo Antônio na flor. Em uma das pontas da fita, escreva a sua inicial. Na outra ponta, desenhe uma cruz. Deixe a rosa ao lado de sua cama em dedicação ao santo e peça que ele atraia o amor. Quando a rosa secar, a fita deve ser levada a uma igreja e deixada lá. (Site do Ig)

Namorar namorando

Namorar é mais do que sério, é seriíssimo e de tão sério, precisa de muita brincadeira, muita alegria para manter o namoro vivo. E deveria ser conservado mesmo depois de noivado e casamento. Muita gente diz: este não é mais meu namorado é meu marido ou
esta não é mais minha namorada é minha mulher. Que pena! Acabou o namoro.
Vamos comparar a um carro 0 km que você compra e financia em 50 meses. Você deu a entrada, ou seja, empenhou-se muito para

tê-lo com você. Aí continua cortejando-o; cuidando dele, cuidando para que ele fique em forma para você.
O custo dele não fica só na prestação mensal. Tem o seguro, IPVA, revisões periódicas, manutenção da aparência, limpeza por dentro e por fora. Se não fizer tudo isso, vai ficar em breve sem ele.
Com o namoro é parecido, tem que inspirar confiança, respeito, tem que ter cumplicidade, reciprocidade, tem que se cuidar, flertar, namoriscar e toda a ocasião é propícia para manter a chama deste amor. É como uma plantinha, se não molhar, ela murcha e morre.
Namorar é seduzir e deixar-se fascinar pela mesma pessoa todos os dias, atrair, encantar, manter chamego sempre, fazer dele um xodó.
Namorar é estar presente, permanentemente apaixonado pela mesma pessoa e esta idem de paixão por você.
E por fim, namorar é manter o envolvimento de duas pessoas num relacionamento amoroso contínuo, por tempo indeterminado. “Que seja eterno enquanto dure” já disse nosso poetinha bossa nova, Vinícius de Moraes. ( Angela Rego)

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Se houvesse vergonha...

O Brasil daria um filme de terror, de mocinhos e bandidos ou de invasores vindos de outro planeta. Só não poderia ser comédia, pois ninguém ia achar graça. Anote as informações e crie o roteiro. Depois, é só conseguir financiamento do Governo federal, que adora a criatividade dos amigos da irmã de Chico Buarque. Vamos às histórias.
***
Como os dois personagens se equivalem, a mais recente truculência do senador Roberto Requião lembra o comentário que fazia a seu respeito o ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia: "O apelido dele é Maria Louca. Às vezes, mais louca do que Maria; outras vezes, mais Maria do que louca".
Requião jamais contestou Quércia. E os dois voltaram a ser amiguinhos.
***
Tantas vezes o senador Renan Calheiros compareceu, como suspeito, à Comissão de Ética do Senado Federal, que seus colegas fizeram dele membro permanente. Faz sentido, pelo menos para o companheiro Delúbio Soares, silencioso boi de piranha do mensalão de Lula e Dirceu.
***
Muitas vezes, no passado recente, sugerimos aos leitores que ficassem atentos a uma estranha coincidência: sempre que pintava uma denúncia envolvendo o Palácio do Planalto, a Petrobrás noticiava outra incrível descoberta de petróleo no pré-sal. Agora, a farsa virou tragédia: vamos pagar um Everest em dólares por petróleo importado e já falta gasolina nos postos. Nem Pinóquio foi tão longe.
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Com oito anos de atraso e para mostrar que é mais competente que o Criador, a criatura Dilma Rousseff implora à iniciativa privada que resolva os problemas dos aeroportos brasileiros. Quanto custará ao Brasil esse tempo perdido só os empreiteiros e lobistas sabem dizer. Mas não dizem.
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Que tratamento será dado ao psiquiatra paulista Luis Altenfelder Silva Filho, que ensinou a promotora Déborah Guerner a fingir insanidade mental, para escapar das investigações sobre o esquema de corrupção chamado de mensalão do DEM de Brasília, no qual ela e o marido, o empresário Jorge Guerner, estão envolvidos? Alguém podia internar os três em um manicômio, para completarem o curso.
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Os passaportes diplomáticos que o Itamarati concedeu irregularmente aos filhos e agregados de Lula já foram devolvidos? Ou será que ainda estão guardados no avião da FAB que transportava os meninos e seus amigos para as férias?
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Um delegado de polícia comandava há anos uma quadrilha especializada em roubar caminhões, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. É o que dizem os jornais e os investigadores que prenderam os criminosos. Como diriam os ratos: saltem para o mar, que o navio vai naufragar.
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O MST observa atentamente o movimento dos juízes federais, que pararam de trabalhar durante 24 horas para reivindicar segurança no trabalho e, logicamente, aumento salarial. Os juízes ameaçam entrar em greve, se não forem atendidos, e querem o apoio do presidente do Supremo, Cézar Peluso. Caso haja algo a aprender, em matéria de criar tumulto, os sem terra vão copiar o exemplo.
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Dois sujeitos com carteirinha de intelectuais trocavam ideias brilhantes, outro dia, no Bar do Bigode, acompanhados de aguardente da boa. Aí, um deles lançou ao mais novo uma dessas perguntas que servem para disfarçar a falta de assunto:
- Se nascesse de novo, quem você gostaria de ser?
- Queria ser eu mesmo, mas com menos talento.
- ????
- Ah, amigo é que ser talentoso cansa (Tião Martins)

Bullying


Termo de origem inglesa ainda sem tradução para o português, utilizado para qualificar comportamentos agressivos de forma física ou psicológica intencional e repetitiva, com o intuito de intimidar, humilhar, chantagear, difamar e amedrontar suas vítimas, praticado tanto por meninos como por meninas.
As meninas costumam praticar bullying mais na base de intrigas, fofocas e isolamento das colegas. Podem com isso, passar despercebidas, tanto na escola quanto no ambiente familiar.
Uma das formas que vem ganhando espaço é o bullying virtual ou ciberbullying que por meio das ferramentas tecnológicas, máquinas fotográficas, celulares, filmadoras e recursos da internet, emails e vídeos, rompem fronteiras de forma instantânea, propagando difamação com efeito multiplicador do sofrimento e consequências imensuráveis.
Esse comportamento é muito frequente no ambiente escolar torna-se importante o reconhecimento precoce dos sinais, assim como tomar medida eficiente o mais breve possível.
Quem nunca ouviu, vivenciou ou até participou das risadinhas que pareciam uma “brincadeira inocente”, "uma simples zoação"... pau de virar tripa, quatro olhos, gordo, rolha de poço, dentuço, franguinho. Comportamento comum entre crianças e adolescentes, mas está longe de ser inocente.
A escolha da vítima é feita com pessoas em desigualdade seja porte físico, situação socioeconômica ou que já apresentam uma característica que destoa, mais introspectivo, nerds, muito magras, raça, credo, etc. Só o fato por si já as torna com baixa estima, portanto mais vulneráveis. Certamente a escolha é por aqueles que não conseguem se defender das agressões.
Os efeitos do Bullying nem sempre são perceptíveis e podem gerar, a longo prazo, problemas emocionais e físicos, tais como: depressão, angústia, estresse, evasão escolar, atitudes de autoflagelação, etc
O alvo de bullying, dependendo de suas características individuais e de suas relações com os meios, em especial as famílias, poderá não superar, parcial ou totalmente, os traumas sofridos, desenvolve baixa auto estima até consequências mais trágicas.
Muitas vezes, as vítimas sofrem em silêncio. É importante pais, professores ficarem atentos ao comportamento.
O que observar?
Ambiente escolar:
No recreio encontram-se isoladas do grupo ou perto de adultos por se sentirem mais protegidas, em jogos e atividades em grupo sempre são as últimas escolhidas ou são excluídas, comumente tristes, deprimidas ou aflitas, aos poucos vão se desinteressando das atividades escolares, em alguns casos, apresentam hematomas, arranhões, cortes, roupas danificadas ou rasgadas.
Em casa:
Com frequência se queixam de dores de cabeça, dor de estômago, tonturas, enjôo, vômitos, perda de apetite, insônia, sintomas que tendem a ser mais intensos com a proximidade do horário de ir para a escola. Geralmente não têm amigos, pouco ou nenhum telefonema, emails, torpedos, convites para festas, passeios, viagens com o grupo escolar. Apresentam várias justificativas inclusive doenças físicas para faltarem às aulas.
Quem tem um filho passando por esse problema precisa mostrar-se disponível para ouvi-lo. Não se deve aconselhá-lo a revidar a agressão; mas, sim, esclarecer que ele não é culpado pelo que está acontecendo. Também é fundamental entrar em contato com a escola e buscar ajuda profissional.

Sandra Pontes
Psicóloga, psicopedagoga, terapeuta Ramain Thiers
3484 3736 / 9971 7010
sandrapontespsi@gmail.com