terça-feira, 24 de abril de 2012

A dieta dos signos

A análise do mapa astral pode ajudar a identificar os alimentos mais adequados para as pessoas, dizem astrólogos
A astrologia estuda o céu, o posicionamento dos planetas e outros astros e elementos, para avaliar o que se passa na vida das pessoas. Tem relação com astronomia, tempo, matemática, medicina alternativa, botânica. E tem a ver também com as escolhas que fazemos na hora de comer, afirma a astróloga Valérie Lafay. Francesa de Paris, Valérie é chef de cozinha e usa as duas formações para elaborar cardápios que associem os alimentos a características de elementos do zodíaco (água, terra, fogo e ar).
Há algumas semanas, a convite da Pousada do Engenho, no Rio Grande do Sul, Valérie orientou a confecção de pratos para um banquete com essa inspiração. A base para a pesquisa foi um livro cuja primeira edição data dos anos 80: La Cuisine Astrologique. Sem tradução para o português, foi escrito por Marie Geberg e Monique Maine.
Quando a informação sobre esse jantar astrológico chegou à redação do iG Comida, as reações foram óbvias. Entre curiosos, interessados, céticos e piadistas, as perguntas foram as suspeitas de sempre: a dieta astrológica faz sentido? Qual ingrediente combina com o meu signo?
A internet está povoada de sites que oferecem previsões – assim como todos os dias a seção de signos do jornal é infalivelmente alimentada e publicada. Alguns endereços em inglês entregam também recados diários bem específicos. São páginas de “food astrology”. Encontramos informações do tipo “o geminiano hoje está em conflito com as próprias convicções, por isso é melhor deixar de lado a mesmice da comidinha italiana e dar uma chance para sabores diferentes. Algum prato do mar, da cozinha peruana, por exemplo.”
Afinal, para que serve uma informação como essa? “Para fazer a análise nutricional, gastronômica, de uma pessoa por meio do mapa astral, é preciso antes de tudo verificar quais planetas estão na casa da saúde e como estão associados a outros astros”, avalia o médico Alex Botsaris, clínico-geral formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e especializado em medicina oriental. “É complexo e cada pessoa tem um mapa próprio.”
A astróloga Rosa Di Maulo, de São Paulo, explica que cada elemento determina um tipo de metabolismo. Isso significa que para signos de fogo, terra, água ou ar, as necessidades em tese são específicas. “Existem mais distinções entre os elementos que entre os signos propriamente ditos e, para conhecê-las, é preciso analisar o mapa pessoal”.
Antes que o leitor mais cético profira um “só faltava essa”, convidamos a conferir as características gerais elencadas abaixo. As informações foram apuradas junto às astrólogas Rosa Di Maulo e Valérie Lafay. Lembramos que dados mais específicos sobre cada pessoa só podem ser obtidos por meio da análise do mapa astral, feita individualmente por profissionais especializados.
Fogo: áries, leão e sagitário 
Tendem a ser ativos, competitivos e adeptos de atividades físicas intensas. A carne vermelha funciona como fonte de energia, que também pode ser obtida com dietas ricas em carboidrato e bem equilibradas nutricionalmente. Do contrário, descontam na alimentação: comem muito e rápido, sem tanto critério. Isso pode desequilibrar o organismo. Legumes, frutas e temperos de tonalidade amarela, laranja, vermelha e verde fazem bom papel na dieta. Espinafre, brócolis, curry e pimenta são aliados na composição dos pratos.
Áries: o que atrai o ariano é o diferente, as cores fortes (roxo e marrom) e as receitas à base de vinho. Embora receptivo a novidades, prefere a mesa simples e bem posta e as receitas práticas.
Leão: o leoninos adoram comer, sobretudo carnes nobres, como cordeiro e pato. Valoriza conforto e fartura à mesa. Costuma ser atraídos por pratos refinados, elaborados detalhadamente.
Sagitário: o sagitariano dá importância a produtos, comidas e bebidas reconhecidos por marca e qualidade. Há uma queda por luxo e requinte, mas a trinca molho, massa e carne também funciona.
Terra: touro, virgem e capricórnio
Com paladar apurado, têm uma queda também por pratos que incorporam ingredientes subterrâneos, como batata, mandioca e gengibre. Gostam de carne branca, magra e grelhada e, por terem o metabolismo mais lento, a digestão de alimentos pesados e gordurosos pode ser mais vagarosa. Tendem a preferir sabores com alguma memória afetiva, mas não espantam novidades.
Touro: receitas familiares, simples e que saciam o apetite rapidamente são as preferidas. Ervas (tomilho e alecrim) que remetem ao campo agradam o paladar, assim como carnes, patês, quiches e tortas.

Virgem: o virginiano prefere apreciar sabores isoladamente, sem muitas misturas e exageros de molhos. Costuma ser atraído por soluções simples, folhas e leguminosas bem apresentadas e em pratos leves.
Capricórnio: com apetite mais para o clássico, o capricorniano fica mais à vontade diante da mesa simples, sem luxo ou comidas extravagantes. Gosta especialmente de carnes cozidas.
Água: peixes, câncer e escorpião
Pratos com molhos e especiarias agradam o paladar dos signos da água e, em tese, não fazem mal nem mesmo se o organismo estiver fragilizado em virtude de problemas emocionais. Tendem a gostar mais das sobremesas do que dos pratos de sal, mas comem quase de tudo.
Peixes: misturas e experimentações lúdicas abrem o apetite do pisciano. Gosta de comidas menos triviais e pratos que misturam quente e frio, doce e salgado.
Câncer: conforto no paladar é o que mais encanta o canceriano. Agradam pratos que incorporam peixes e frutos do mar em receitas "macias" e sem muita variedade de textura, como os risotos.
Escorpião: rum, café e limão, nas bebidas, associados a pratos bem elaborados costumam incitar o paladar dos escorpianos, afeitos também a combinações apimentadas.
Ar: aquário, gêmeos e libra
Alimentos de fácil digestão, sabores menos óbvios e boa companhia costumam ser a chave da boa refeição para aquarianos, geminianos e librianos. Sabem apreciar receitas que incorporam folhas, frutas, cereais e aves. O temperamento mais agitado pode resultar em sistema nervoso frágil e, consequentemente, propensão a estresse. Daí, a recomendação de bom senso no consumo de frituras, sal e carnes.
Aquário: é atraído por pratos clássicos e bem artesanais. No capítulo das sobremesas, destacam-se as musses, como a de laranja, e outras sobremesas cremosas. 
Gêmeos: gosta de ser impactado pela comida e tem uma relação bastante sensorial com ela. Por ter apetite visual aguçado, fica encantado por receitas com cores vibrantes, como o vermelho. 
Libra: sedução, elegância e organização são coisas que, combinadas, induzem o apetite do libriano. Pessoas desse signo valorizam pratos bonitos e repletos de detalhes.

20 dicas para ficar de alto astral


1. Diga coisas boas para você mesmo. Frases como: "vou conseguir", "eu posso!"

2. Veja filmes engraçados. Lembre-se de momentos e pessoas que lhe fazem feliz. Estudos da Universidade Vanderbilt, EUA concluíram que boas risadas faz uma pessoa queimar até 50 calorias.

3. Tenha uma religião. Ninguém é feliz sem Deus. Acredite. Ter uma crença forte em algo ajuda a combater o estresse e os problemas emocionais.

4. Traga a natureza para perto de você. Essa atitude lhe garantirá ficar em plena paz mental e sentir-se forte.

5. Faça uma limonada deliciosa com os limões que a vida lhe deu.

6.Procure viver sempre em paz com a sua consciência. Pense positivo todos os dias.

7. Solidariedade e amor ao próximo enchem o coração de paz e luz. Não existe nada mais gratificante do que ouvir: "Deus lhe pague!"

8. Pare de duvidar de você mesmo. Tenha autoconfiança.

9. Cerque-se de pessoas que gostam e se importam com você. Segundo especialistas, sentir-se querido garante vida longa.

10. Procure ver o lado bom das coisas e pare de reclamar desesperadamente, se algo dá errado. E pense: "Ainda não foi dessa vez."

11. Aprenda a tolerar os desapontamentos e as frustrações, pois essas são as duas maiores causas da baixo auto-estima.

12. Defina seus objetivos: se você ainda não possui sonhos, esta é a ocasião, a hora certa para começar a construi-los.

13. Há males que vêm para o bem, por isso, não tema as mudanças: a qualidade das nossas expectativas determina a qualidade das nossas ações.

14. Segundo o Journal of Clinical Psychology, da Inglaterra, quem manifesta as emoções por meio de alguma atividade artística - cantar, escrever e pintar, é mais saudável do que as pessoas que não o fazem.

15. Adote um animal de estimação. Quem tem um bichinho em casa vai ao médico com menor freqüência, segundo os pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

16. Converse com os seus amigos sobre assuntos alegres. Conte piadas sadias e engraçadas.

17. É impossível agradar a todos. Não encane com o que falam de você. Nem Jesus conseguiu essa proeza.

18. Depois de acompanhar 12 mil pessoas por nove anos, pesquisadores suecos observaram que as chances de uma pessoa alcançar a longevidade foi 36% maior naquelas que cultivavam o hábito de realizar programas culturais: galerias de arte, assistir a peças de teatro, etc.

19. "O medo mantém você prisioneiro, a esperança o liberta", do filme The Shawshank Redemption

20. Fique de frente com o espelho e sorria para você mesmo. Procure aplaudir cada detalhe da beleza que Deus lhe deu.    (Internet)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

A capacidade de se encantar

Muita gente diz que adora viajar, mas depois que volta só recorda das coisas que deram errado. Sendo viajar um convite ao imprevisto, lógico que algumas coisas darão errado,  faz parte do pacote. Desde coisas ingratas, como a perda de uma conexão ou ter a mala extraviada, até xaropices menos relevantes, como ficar na última fila da plateia do musical ou um garçom mal-humorado não entender o seu pedido. Ainda assim, abra bem os olhos e veja onde você está: em Fernando de Noronha, em Paris, em Honolulu, em Mykonos. Poderia ser pior, não poderia?
                Outro dia uma amiga que já deu a volta ao mundo uma dezena de vezes comentou que lamentava ver alguns viajantes tão blasés diante de situações que costumam maravilhar a  todos. São os que fazem um safári na Namíbia e estão mais preocupados com os mosquitos do que em admirar a paisagem, ou que estão à beira do mar numa praia da Tailândia e não se conformam de ter esquecido no hotel a nécessaire com os medicamentos, ou que não saboreiam um prato espetacular porque estão ocupados calculando quanto terão que deixar de gorjeta.
                Não saboreiam nada, aliás. Estão diante das geleiras da Patagônia e não refletem sobre a imponência da natureza, estão sentados num café em Milão e não percebem a elegância dos transeuntes, entram numa gôndola em Veneza e passam o trajeto brigando contra a máquina fotográfica que emperrou, visitam Ouro Preto e não se emocionam com o tesouro da arquitetura barroca – mas se queixam das ladeiras, claro.
                Vão à Provence e torcem o nariz para o cheiro dos queijos, olham para o céu estrelado do Atacama  sofrendo com o excesso de silêncio,  vão para Trancoso e reclamam de não ter onde usar salto alto, vão para a India sem informação alguma e aí estranham o gosto esquisito daquele hamburger: ué, não é carne de vaca, bem? Aliás, viajar sem estar minimamente informado sobre o destino escolhido é bem parecido com não ir.     
                Estão assistindo a um show de música no Central Park, mas não tiram o olho do Ipad.  Vão ao Rio, mas têm medo de ir à Lapa. Estão em Buenos Aires, mas nem pensar em prestigiar o tango – “programa de velho!” São os que olham tudo de cima, julgando, depreciando, como se o fato de se entregar ao local visitado fosse uma espécie de servilismo – típico daqueles que têm vergonha de serem turistas.
                É muito bacana passar um longo tempo numa cidade estrangeira e adquirir hábitos comuns aos nativos para se sentir mais próximo da cultura local, mas quem pode fazer essas imersões com frequência? Na maior parte das vezes, somos turistas mesmo: estamos com um pé lá e outro cá. Então, estando lá, que nos rendamos ao inesperado, ao sublime, ao belo. Nada adianta levar o corpo pra passear se a alma não sai de casa.

                                                                                                                              Martha Medeiros

Eu te fiz algum mal?

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a
serpente nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada....
No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:
- Posso lhe fazer uma pergunta?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar!

"Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar."

Amar a si mesmo é o começo de um romance que vai durar a vida inteira

"O mendigo viveu à margem da estrada durante mais de 30 anos. Um dia, um desconhecido passou por lá.


-Uma esmola por favor- murmurou o mendigo, estendendo mecanicamente o chapéu


- Não tenho nada para lhe dar! - Disse o desconhecido, por sua vez perguntou:


- Você está sentado em cima de quê?


- Nada! - Respondeu o mendigo. - Apenas uma arca. Estou sentado nele nem sei desde quando


- Já olhou dentro dela alguma vez? - Perguntou o desconhecido.

- Não. - Disse o mendigo. - Por que? Não há nada 

- Dê uma olhada. – Insistiu o desconhecido.
O mendigo conseguiu abrir a tampa. Então, com enorme surpresa e alegria, viu que a arca estava cheia de ouro.”


Moral da história: às vezes um desconhecido que não tem nada para lhe dar lhe convida a olhar para dentro de si mesmo.(o seu tesouro)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

O doce vício de degustar chocolate

Ingredientes do chocolate possuem substâncias que provocam reações químicas no cérebro

Contam os livros de história que o famoso sedutor veneziano Giacomo Casanova, que viveu no século XVIII, degustava uma barra de chocolate antes de suas orgias sexuais. Pesquisadores estão constatando, cada vez mais, que os ingredientes do chocolate contém, realmente, substâncias que provocam reações químicas no cérebro, relacionadas à sensação de bem-estar, como a feniletilamina. O produto interfere ainda no mecanismo amoroso, produz a serotonina , substância associada ao prazer. Freud explica bem a relação entre o ato de comer e a sexualidade. Segundo ele, o primeiro prazer do ser humano se estabelece na amamentação, onde a boca é o contato entre o filho e a mãe. Desta maneira, a via oral torna-se uma região que desperta a libido. A psicóloga Suely Najjar Murdocco, no entanto, alerta para o cuidado que se deve ter com o excesso no consumo do chocolate. "Como o chocolate está atrelado à sensação do prazer, há pessoas que passam dos limites quando o assunto é comer chocolate e fazem dele um verdadeiro vício, como o fumo, as drogas e o álcool", alerta a psicóloga . São pessoas, segundo Suely Najjar, que possuem uma compulsão por comer chocolate, ou seja, consomem uma quantidade muito grande, todos os dias. Na falta do alimento, sentem-se muito mal emocionalmente. "O que buscam com esse comportamento é repetir a sensação de prazer, para fugir de uma profunda sensação de ansiedade, angustia e sofrimento. Querem eternizar um momento de prazer, que serve como um pequeno alívio, como solução para todos os seus males", explica Suely Najjar, que trabalha com pacientes que sofrem de obesidade, muitos deles, segundo ela, são chocólatras. "Tenho paciente que conta que sai de casa, no meio da madrugada, para comprar chocolate. "Como o chocolate está atrelado à sensação do prazer, há pessoas que passam dos limites quando o assunto é comer chocolate". Como aqueles que não podem ficar sem cigarros. Outros, que servem chocolate antes do ato sexual, dizem que ele calibra a relação", conta. Com esses pacientes, ela trabalha muito a questão da ansiedade. "O chocolate é uma coisa muito boa, mas muitos não conseguem lidar com o limite, com este tipo de sedução", diz. Os primeiros resultados de uma pesquisa inédita sobre compulsão por chocolate, mostram que 22% dos participantes associaram chocolate e sexualidade (ou sexo), comparando a sensação de consumi-lo ao prazer sexual. A pesquisa faz parte do Projeto de Atendimento ao Obeso (Prato), do Instituto de Psiquiatria (IPq), de São Paulo. Na pesquisa, uma paciente, tentando explicar sua vontade de comer chocolate, diz que, sem chocolate, "pira". Outro, chega a dizer que, depois de comer chocolate, sua mente fica "aliviada". Suely Najjar explica ainda que, entre os comedores compulsivos de chocolate, muitos são obesos, mas alguns são magros. "Alguns chocólatras não são obesos porque não se excedem na alimentação cotidiana, para, justamente, exagerarem no chocolate", diz. Para os chocólatras obesos, porém, o chocolate é ao mesmo tempo fonte de muito prazer e de muito desgosto, pois, depois da comilança, se culpam por não terem conseguido controlar essa tentação. O autoconhecimento é indispensável no tratamento das compulsões, assim, segundo Suely Najjar, a psicoterapia é indicada, "pois faz com que o paciente conscientize e perceba os conflitos afetivos que jazem por detrás. (Ana Arsênio)

O narizinho

Eu costumava detestar meu nariz. Às vezes eu o puxava para cima quando ia dormir à noite para ver se, de manhã, ele pareceria diferente, mas ao invés disso, ele ficava apenas dolorido. Quanto mais eu olhava pra ele, mais eu o odiava. E então eu me casei e meu marido geralmente me dizia amá-lo. No começo pensei que ele estava apenas tentando me fazer sentir bem comigo mesma, depois pensei que ele teria medo de que eu fizesse uma cirurgia plástica, e mais tarde pensei que talvez ele não quisesse que eu ficasse bonita afinal de contas. Simplesmente aceitar o fato de que ele amava o meu nariz era apenas impossível. Além do mais, eu o detestava!
Me lembro de uma vez ir ao médico e ouvi-lo dizer que meu nariz pareceria ainda pior com a idade! Levei anos para finalmente cansar de me sentir desse jeito. Mas ainda assim, quando finalmente comecei a me empenhar em amar meu nariz, recebi um e-mail de alguém que costumava me assistir na TV, me aconselhando a fazer uma cirurgia plástica no nariz. Confesso que isso me machucou profundamente, tocou meu ponto fraco. Mas, ao mesmo tempo, isso me fez perceber algo no qual eu nunca havia pensado antes _ quem disse que narizes devem ser finos, pequenos e arrebitados?
Suponho ser esse o maior fardo para as mulheres hoje em dia. Nós precisamos nos encaixar neste padrão, senão não seremos suficientemente bonitas. Os braços devem ser finos; devemos ser altas e magras (sem nenhuma curva) a pele suave, os olhos grandes e luminosos, os cabelos volumosos e o nariz perfeito. E já que não conseguimos nos encaixar nesse molde, nos olhamos no espelho e começamos a detestar o que vemos.
E como se não bastasse, porque nos detestamos, começamos a detestar outras mulheres também. Reparamos cada centímetro e sempre conseguimos encontrar algo ruim nelas para apontar. As revistas se dão bem devido a essa necessidade que as mulheres têm de olharem para as outras e criticar. Elas tiram fotos de atrizes quando elas menos esperam e, no mundo inteiro, as mulheres rapidamente vão e gastam aquele dinheirinho extra para ver o novo visual das suas estrelas famosas «favoritas» e rir da sua desgraça.
Se você não se ama ao ver-se no espelho, o que lhe faz pensar que poderia amar a aparência de outras mulheres? E assim o ciclo continua e as mulheres permanecem sendo uma o alvo de outras. Antes, quando costumava odiar meu nariz, eu fazia o mesmo. Olhava para o nariz de todos e tentava achar algo de errado nele. Não gostava do meu nariz e assim acabava por não gostar também do nariz de ninguém. É assim que as coisas funcionam, infelizmente. Se você não gosta da sua aparência, irá sempre criticar a aparência de outros.
Se você deseja parar com esse ciclo ruim pelo qual nós mulheres temos a tendência de entrar desde a infância, mude a maneira de olhar para si mesma. Ame a si própria do jeito que você é e assim amará os outros do jeito que são.
Engraçado como os homens não tem esse problema. Eles raramente se criticam no espelho, quanto mais outros homens. Temos que admirá-los por isso.
Na Fé. (Cristiane Cardoso)

O açúcar e a diabete

A elevação na glicose no sangue talvez seja a característica mais marcante da diabete. Tal fato acabou por selar o regime dietético dos diabéticos: nada de açúcar e pouco amido. O amido, como muitos sabem, não é nada mais que um “drops” de glicose. No nosso organismo ele é quebrado em moléculas de glicose. Meu objetivo hoje é tentar demonstrar como se faz a relação da glicose com a diabete.
Busquemos o exemplo de uma fábrica de sapato. Suponha você que a esta fábrica cheguem continuamente os insumos necessários para a produção do calçado. Cola, couro, solas de borracha, linha e tudo o mais. Nesta fabrica existe apenas um funcionário que orienta a distribuição destes insumos de forma a proporcionar a cada artesão o que precisará para sua produção diária. Num belo dia o funcionário que faz tal trabalho não comparece e ninguém está habituado a substituí-lo. A produção cai vertiginosamente; esgotaram-se os insumos dos artesãos e o pior, o curtume continua a entregar o couro. Você pode imaginar a bagunça: couro saindo pelo ladrão, artesãos desorientados e produção de sapato em queda livre. Algum apressado ao visitar tal fábrica pode pensar que o couro é o problema; com tanto couro ocupando o espaço não há como trabalhar. É claro que o problema não é o couro.
No nosso corpo fabricamos diferentes produtos continuamente. Assim como em qualquer fábrica, temos os insumos que nos são fornecidos pela alimentação ou pelas reservas que fazemos para o período de jejum. Na diabete a situação se assemelha àquela descrita na fábrica de sapato: existe um acúmulo enorme de glicose e todos os produtos que vão depender de aminoácidos vão estar profundamente alterados. A insulina funciona como aquele trabalhador que faltou ao serviço – ela orienta o uso adequado dos insumos. Na sua falta o organismo desesperado usa todos os seus artifícios para produzir glicose, pensando que a falta do produto final se deve à falta o insumo principal.
Todo este mecanismo é regulado pelo sistema nervoso através de uma estrutura conhecida como hipotálamo. Ali vão ocorrer os ajustes, porque ali se concentram os mecanismos que monitoram a situação no sangue e que zelam pelo bem estar de todo o organismo. Nosso organismo é uma sociedade muito bem organizada. Cada célula, em cada tecido, tem sua função determinada e deve ser abastecida com tudo que precisa para funcionar adequadamente.
A produção excessiva de glicose tem conseqüências graves. Grande parte se originará da quebra das proteínas musculares. Voltando à nossa comparação com a fábrica de calçados, é como se o couro acumulado em excesso perdesse suas características e fosse descartado sem uso.
Quando uma criança tem diabete, geralmente ela decorre da falta de insulina. Quando um adulto, geralmente obeso, apresenta diabete, ela pode se dever a vários problemas: pode ser pela falta de insulina, pode ser pela dificuldade da insulina em fazer seu efeito. Voltando à fábrica, é como se alguns artesãos não conseguissem produzir o esperado e a matéria prima se acumulasse exageradamente.
O número de casos de diabete no adulto tem aumentado muito, o que não é nada bom. A diabete, por comprometer a produção de várias substâncias no nosso organismo, acaba por determinar o surgimento de vários problemas. Uma forma de se evitar suas complicações é seguir adequadamente o regime, mesmo sabendo que a glicose ou um outro açúcar qualquer não é o vilão principal. Quando os níveis de glicose estão normais significa que a fábrica está produzindo bem, o organismo está trabalhando em harmonia.
Num futuro, que espero esteja próximo, o tratamento da diabete deverá mudar. Na criança, o regime não será tão severo com o açúcar, e no adulto os mecanismos com disfunção serão detectados e terão um tratamento específico. A perda de peso, no adulto obeso, é muito importante, por diminuir o trabalho do metabolismo como um todo. Até então, manter uma alimentação adequada, usar os medicamentos regularmente e praticar atividade física são aspectos essenciais para conciliar uma boa vida com a diabete. (Luiz Antônio F Paulino)

Incontinência urinária não é doença

Aproximadamente 40% das mulheres, com mais de 60 anos queixam-se de incontinência urinária, isto é, do desconforto causado pela perda involuntária de urina. Esta pode acontecer durante qualquer tipo de esforço. Inicialmente, ocorre quando a bexiga está cheia e a mulher tosse ou espirra. Com o tempo, outros tipos de esforços podem causar esse mal estar, como subir escadas, andar em passo acelerado ou carregar peso. É comum acontecer durante a relação sexual. As causas estão, comumente, associadas à perda de hormônio feminino após a menopausa, mas podem ser agravadas por sucessivas gestações com parto natural e conseqüente relaxamento dos músculos do períneo e da bexiga. Popularmente se dizia, no passado, que a mulher tinha "bexiga caída" e era raro uma consulta médica para a descoberta da causa, prevenção dos sintomas e orientação da paciente.
Modernamente, existem exames que permitem ao ginecologista indicar tratamento adequado. Causas • Menopausa Nesta fase da vida, há uma diminuição dos hormônios femininos, o que provoca uma série de alterações no organismo da mulher, entre elas, uma instabilidade de coordenação da bexiga, além de propensão a infecções urinárias. • Gestação e parto Quando a gestante tem parto normal, na maternidade, o obstetra faz um corte no períneo para facilitar a passagem do bebê e preservar a musculatura da mãe. Entretanto, quanto mais gestações e quanto mais peso a mulher ganhar durante a gravidez, maior será a flacidez desses músculos. • Falta de exercício físico e sobrepeso A vida sedentária e o ganho de peso, ao longo dos anos, contribuem para a flacidez dos músculos do períneo, predispondo à queda da bexiga, com conseqüente descontrole urinário. • Estresse O estresse pode alterar o ritmo de contração e esvaziamento da bexiga, provocando sintomas que se confundem com os da cistite. Diagnóstico Exame ginecológico, radiografias e teste urodinâmico permitem ao médico descobrir qual a causa do problema e qual o tipo de incontinência urinária. O teste urodinâmico é um dos mais precisos para o diagnóstico da incontinência. Uma sonda com eletrodos é introduzida na uretra da mulher e, ligada a um computador, possibilitando através de registros gráficos, a revelação de um problema anatômico, como flacidez dos músculos do assoalho pélvico, ou se há alterações na transmissão nervosa para a contração dos músculos da bexiga, do períneo e da uretra. É um exame indolor, portanto não requer anestesia.
Tipos de incontinência - Stress: . Perda urinária ao esforço (tosse, riso, espirro etc.); . A paciente vai ao banheiro para evitar acidentes (medo de perda); . Exercícios são evitados, pois causam a perda; . Dorme a noite toda, mas, ao levantar-se perde urina. - Transbordamento: . Sente urgência para urinar, mas às vezes não pode; . Leva longo tempo urinando, com jato urinário sem força; . Não esvazia completamente a bexiga após a micção; . Acorda a noite para urinar. - Urgeincontinência: . Perde urina se não for imediatamente ao banheiro; . Vai ao banheiro em média a cada 2 horas; . Sente-se ressentida ao ingerir líquido, pois, quando é continente, este logo proporciona necessidade de urinar; . Levanta-se à noite para urinar. Às vezes molha a cama. Tratamento As formas de tratamento variam de acordo com o tipo de incontinência. O médico poderá optar por medicamentos, pela reposição hormonal ou pela cirurgia corretiva. O tratamento pode incluir exercícios para fortalecer os músculos da pelve, chamados exercícios de Kegel. Até mesmo mulheres idosas, com incontinência urinária há vários anos, podem beneficiar-se desses exercícios, se os praticarem durante alguns meses seguidos. Prevenção • Exercícios físicos. • Controle do peso. • Orientação médica na menopausa. • Controle do estresse.( Fonte: Associação Paulista de Medicina)

Como se organizar para a declaração do imposto de renda

A declaração de Imposto de Renda fica muito mais fácil e rápida quando o contribuinte tem em mãos tudo o que vai precisar para fazer o preenchimento dos formulários. Quem vem se organizando desde o início do ano passado terá mais facilidade agora. Mas quem ainda não parou para pensar no assunto deve começar agora a organizar seus documentos para preencher sua declaração com tranquilidade.
Com o documento do ano anterior fica mais fácil identificar o que mudou de um ano para outro.
Além disso, a declaração de 2011 pode servir como um check list para a organização de todos os documentos que serão necessários para o preenchimento do formulário neste ano.
Quem não guardou a cópia quando fez a declaração, no ano passado, mas possui o certificado digital pode pegar o documento na internet. Também é possível conseguir, no site da Receita, com o número do CPF, do recibo de entrega da declaração, a data de nascimento e o título de eleitor.
Há ainda a opção de pedir uma cópia física para a Receita Federal, indo até a unidade mais próxima. Será preciso preencher um requerimento e pagar uma taxa de R$ 10,00. Cerca de dez dias depois o documento estará pronto e o contribuinte terá que voltar ao mesmo endereço para retirá-lo.
Reúna os documentos e comprovantes de aquisições de bens realizadas durante o ano.
Se comprou um carro, por exemplo, o contribuinte precisará da nota para preencher as datas e valores exatos na declaração. Se financiou um apartamento, serão necessários também os dados do financiamento, como os valores das parcelas e as datas.
Também é preciso ter em mãos as informações referentes a compra e vendas de ações. Quem não fez o acompanhamento e anotou tudo durante todo o ano deve ir atrás da corretora para pedir a chamada “nota de corretagem”. Com esse documento é possível ver as despesas que são apropriadas ao custo da aquisição das ações.
O roubo de carros também devem ser declarados. Ainda que a indenização do seguro seja isenta do imposto, é preciso oficializar o ocorrido. Se não possui um comprovante da indenização, o contribuinte deve ligar na seguradora o quanto antes para solicitar.
Quem já guardou recibos de dentistas, médicos e cursos, por exemplo, deve reunir tudo em uma pasta .
O contribuinte não pode colocar nenhuma despesa sem comprovar, então é bom conseguir todos os documentos. Nos casos de escolas, valem cursos de faculdade ou pós-graduação, tanto do titular como de dependentes.
As instituições bancárias não precisam mais enviar os documentos por correio. Assim, o contribuinte deve ficar atento ao seu e-mail e ao internet banking. No caso das empresas, o documento deve estar disponível até o final de fevereiro.
A última recomendação é que o contribuinte não deixe para reunir os documentos na última hora, pois corre o risco de não conseguir todos. Além disso, quanto antes se organizar, mais cedo poderá fazer a declaração. Se tiver direito à restituição, maiores serão as chances de ser um dos primeiros a recebê-la. (Internet)

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Atitudes pessoais capazes de esgotar as nossas energias

Conheça cada uma dessas ações para evitar a crise energética pessoal.
Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
1.Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo
Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental - torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
2.Pensamentos obsessivos
Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a autoestima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
3.Sentimentos tóxicos
As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: 'bons tempos aqueles!', costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no PRESENTE que podemos construir nossas vidas.
4. Fugir do presente
Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e a si mesmo fica 'energeticamente obeso', carregando fardos passados.
5. Falta de perdão
Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
6. Mentira pessoal
Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega.
Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
7. Viver a vida do outro
A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal, quando a vida anda confusa, é arrumar a casa, os armários, as gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro 'escape' de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe ‘diz’ inconscientemente: 'você não me terminou! você não me terminou!' Isso gasta uma energia tremenda. Ou você o termina ou livre-se dele e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do autoconhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
8. Bagunça e projetos inacabados
A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia.
A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
9. Afastamento da natureza
Posicionar os móveis de maneira correta, usar espelhos para proteger a entrada da casa, colocar sinos de vento para elevar a energia ou ter fontes d'água para acalmar o ambiente são medidas que se tornarão ineficientes se quem vive neste espaço não cuidar da própria energia.
Portanto, os efeitos positivos da aplicação do Feng Shui nos ambientes estão diretamente relacionados à contenção da perda de energia das pessoas que moram ou trabalham no local. O ambiente faz a pessoa, e vice-versa.
A perda de energia pessoal pode ser manifestada de várias formas, tais como: falha de memória (o famoso 'branco'); cansaço físico - o sono deixa de ser reparador; ocorrência de doenças degenerativas e psicossomáticas. Para economizar energia, o crescimento pessoal, a prosperidade e a satisfação diminuem, os talentos não se manifestam mais por falta de energia, o magnetismo pessoal desaparece, ocorre medo constante de que o outro o prejudique, aumentando a competição, o individualismo e a agressividade, falta proteção contra as energias negativas e aumenta o risco de sofrer com o 'vampiro energético' . (Internet)

A bagunça é inimiga da prosperidade

Ninguém está livre da desorganização. A bagunça forma-se sem que se perceba e nem sempre é visível. A sala parece em ordem, a cozinha também, mas basta abrir os armários para ver que estão cheios de inutilidades. De acordo com o Feng Shui Interior – uma corrente do Feng Shui que mistura aspectos psicológicos dos moradores com conceitos da tradicional técnica chinesa de harmonização de ambientes – bagunça provoca cansaço e imobilidade, faz as pessoas viverem no passado, engorda, deprime, tira o foco de coisas importantes, atrasa a vida e atrapalha relacionamentos.
Para evitar tudo isso, fique atento às SETE REGRAS PARA DOMAR A BAGUNÇA:
1.Jogue fora o jornal de anteontem.
2.Somente coloque uma coisa nova em casa quando se livrar de uma velha.
3.Tenha latas de lixo espalhadas nos ambientes, use-as e limpe-as diariamente.
4.Guarde coisas semelhantes juntas; arrume roupas no armário de acordo com a cor e fique só com as que utiliza mesmo.
5.Toda sexta-feira é dia de jogar papel fora.
6.Todo dia 30, por exemplo, faça limpeza geral e use caixas de papelão marcadas: lixo, consertos, doação, reciclagem, em dúvida, presentes. Após enchê-las, livre-se de tudo.
7.Organize devagar, comece por gavetas e armários e depois escolha um cômodo, faça tudo no seu ritmo e observe as mudanças acontecendo na sua vida. (Feng Shui)

A tecnologia do abraço - Por um matuto mineiro




O matuto falava tão calmamente, que parecia medir, analisar e meditar sobre cada palavra que dizia...

- É... das invenção dos homi, a que mais tem sintido é o abraço.
O abraço num tem jeito di um só aproveitá! Tudo quanto é gente, no abraço, participa uma beradinha...
Quando ocê tá danado de sordade, o abraço de arguém ti alivia...
Quando ocê tá cum muita raiva, vem um, te abraça e ocê fica inté sem graça di continuá cum raiva...
Si ocê tá feliz e abraça arguém, esse arguém pega um poquim da sua aligria...
Si arguém tá duente, quando ocê abraça ele, ele começa a miorá, i ocê miora junto tamém...
Muita gente importante e letrado já tentô dá um jeito de sabê purquê qui é, qui o abraço tem tanta tequilonogia, mas ninguém inda discubriu... Mas, iêu sei!
Foi um isprito bão de
Deus qui mi contô..... Iêu vô contá procêis u qui foi quele mi falô:
O abraço é bão pur causa do Coração...
Quando ocê abraça arguém, fais massage no coração!...
I o coração do ôto é massagiado tamém! Mas num é só isso, não...
Aqui tá a chave do maió segredo de tudo:
É qui, quando nóis abraça arguém, nóis fica cum dois coração no peito!...

INTONCE...

UM ABRAÇO PRÔ CÊ!!!! Uaiiiiiii

A interferência do destino

Nunca as pessoas procuraram tantas fórmulas para buscar serenidade e compreensão diante dos dilemas emocionais da vida. Muitos fazem terapia, outros se apóiam em medicamentos, há os que consomem literatura filosófica, psicanalítica ou de auto ajuda, há quem busque respostas na astrologia, os que se consolam na religião, mas ainda que tudo isso (ou algo disso) ajude a lidar com os questionamentos que nos perturbam, nada parece convincente o bastante. Alguém consegue ter 100% de certeza sobre as escolhas que deve fazer? Vai ou fica? Arrisca ou espera? Aceita ou recusa? Todos os dias tomamos decisões, a maioria delas corriqueira, mas há momentos em que nos sentimos paralisados pela dúvida. O tão propagado auto conhecimento nos dá uma pista sobre o caminho a seguir, mas decidir é sempre tenso e desgastante. Nessas horas de extrema fragilidade é que a gente torce para que não seja preciso decidir nada: tudo o que se quer é que o destino interfira.
E ele interfere. Um telefone que toca, um e-mail que chega, um convite que é feito, uma pessoa que nos é apresentada. Uma trivialidade qualquer pode dar a você as respostas que não tinha. Ou simplesmente aniquilar com suas perguntas, o que é ainda melhor. Tudo o que se espera do destino é que se assuma o comando por nós.
Exemplo: uma amiga estava tentada a ceder às investidas do ex-marido, mesmo sabendo que a relação dos dois não tinha mais combustível. Ainda sentia algo por ele, mas temia sofrer tudo o que já havia sofrido antes. Ainda sim, pensava: por que não dar outra chance? Por outro lado, vale a pena percorrer o mesmo caminho já trilhado? Enquanto se consumia entre o medo de voltar para um amor insatisfatório e o medo de perdê-lo para sempre, o destino resolveu o caso: ao entrar no elevador pela manhã, ela encontrou um moço que estava perdido, sem saber em que andar descer para visitar um amigo. Dias depois recebeu um e-mail desse mesmo moço e o resto da história fica a critério de cada um.
Outro exemplo: um homem havia recebido uma proposta para trabalhar em São Paulo, mas isso significaria ter que deixar a mulher e a filha em Porto Alegre, já que a carreira bem sucedida dela impedia de acompanhá-lo. Ele, por sua vez, estava ganhando mal, sentindo-se desprestigiado no emprego, e a nova oferta de emprego solucionaria essa questão, mas não tinha vontade de ir sozinho para uma cidade onde não conhecia ninguém. Fosse qual fosse a decisão tomada, haveria um custo emocional. Foi passar um feriado no Uruguai para espairecer e pensar melhor, ganhou uma bolada no cassino e investiu o dinheiro numa pequena sociedade com um ex-colega da faculdade, alterando completamente seu rumo profissional, sem precisar se mudar.
Vai ou fica? Arrisca ou espera? Aceita ou recusa? Que o destino, de vez em quando, decida por nós. A gente merece uma trégua. ( Martha Medeiros)