segunda-feira, 4 de junho de 2012

Receita para ter namorado(a) ...

...“Até Santo Antonio ficará com inveja”!
Para encontrar um namorado(a) do jeito que você imagina siga esta receita (funciona mesmo!), mas só se for  seguida em todos os itens.
Você deve:
1º fazer um exame de consciência... uma revisão de valores;
2º deixar de lado tudo que não seja paz, amor e alegria. Mude dentro de sua cabeça seu modo de  pensar.
3º procurar melhor qualidade de vida e saúde.
Lembre-se:  bons pensamentos atraem bons pensamentos. Alegria atrai alegria e assim por diante.
4º Aprender a gerenciar suas emoções nos focos de tensão. Goste de você,  valorize-se. Ame-se o suficiente para respeitar seus limites, suas frustrações, suas falhas.
5º Apaixone-se por  você, se acaricie, se doe. Sinta-se preenchido(a) de você mesmo(a).
Bem estar gera saúde, alegria de viver, amor à vida, amor ao próximo.  Produz  endorfina (serotonina).  Substâncias  que melhoram o humor, embalam o sono e aliviam a dor. Faz sentido?
Depois de estar se dando bem  físico, mental e socialmente, você estará apto(a) a encontrar a pessoa seus sonhos.
Ele(a)  não pode ser o salvador da pátria, seu bálsamo e sim alguém que vai somar à sua vida, seu espaço, seu lazer. Seu eu  independe deste amor.  Não se esqueça de que ninguém precisa  ter um amor para ser feliz, mas amando, claro que você será mais feliz.
Aí, quando menos esperar, estará  enamorado(a). E para manter este namoro, você deve  manter  boas ações  e palavras positivas.
Lembre-se que estando apto(a) não precisa ficar procurando, porque vai ter muita gente querendo ficar perto de você.  Será difícil ficar só.
E lembre-se: você se torna eternamente responsável por quem cativa.
Ângela  Rêgo

Ouvir estrelas

Mês de junho chega com seu frio e jeitinho aconchegante. Romanticamente abre espaço no calendário para os enamorados ou eternos apaixonados reafirmarem suas juras e laços de afeto de verdadeiro ou promissor amor.
Dirão alguns, e não sem razão, tratar-se de uma data comercial. Tudo bem, mas o que vale é o clima criado de romance no ar, a lembrança na correria do cotidiano de se parar para trocar carinhos, fazer e dizer o que muitas vezes fica guardado.
Do comercial só é lamentável a vulgarização da data ao se apelar para o erótico, para o sensual, com as propagandas sugerindo como presente lingeries e noites em motéis, como se a comemoração da data necessariamente tenha de passar pelo “amor Eros”.
Não que o sexo esteja dissociado do amor, contudo o foco do Dia dos Namorados é o apelo aos sentimentos, ao romantismo, a redescoberta da emoção de ter alguém ao lado, mesmo como disse o Poetinha “... Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure”.
O que era comercial acabou virando tradicional pois, assim como as festas juninas,  não tem como não pensar neste mês sem associá-lo ao dia 12 de junho. Portanto, possa esta data ser vista com leveza pelos namorados e os apaixonados sem a pressão da troca de presentes e a indução das formas de comemoração.  E também sem tristeza ou solidão pelos corações ainda sem par, pois também é bom enamorar-se de si mesmo, sonhar com as surpresas que a vida sempre traz de presente. 
Aos namorados de anos, meses, dias e aos futuros namorados a sugestão pra esta data é simplesmente olharem para o céu, se deixarem levar pelos sentimentos e ouvirem as estrelas!
"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!”E eu vos direi, no entanto,
(...) “Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas". (Olavo Bilac)
 (Colaboração: Cláudia Ma. Silva de Assis
Contato: claudiavoolivre@gmail.com)

Setor de serviços ainda ignora pessoas idosas em todo lugar

Esse problema é comum para quase todas as pessoas que têm cabelos brancos e algumas rugas apontando no rosto, e em qualquer tipo de estabelecimento. Vendedores de lojas, caixas de supermercados, atendentes de banco, funcionários do governo, farmacêuticos, cabeleireiros, enfermeiros, recepcionistas e médicos: em todas as profissões há pessoas que ignoram os idosos e prestam atenção exclusivamente ao acompanhante mais jovem, independentemente de quem é o verdadeiro cliente naquele momento.
Os mais velhos são invisíveis na sociedade ocidental depois de determinado ponto. É o último preconceito que ainda é aceito na sociedade.
E as histórias estão presentes não só nos Estados Unidos, mas em todos os países. Coincidentemente, os acompanhantes são frequentemente do sexo feminino. Isso acontece porque esse tipo de situação é mais difícil de acontecer com pessoas ainda casadas. As esposas, em geral, vivem mais que os maridos e as filhas ou noras são mais frequentes no cuidado com os parentes.
Advogados de idosos entendem que o comportamento dos funcionários é, em geral, tido como prático. Pessoas mais velhas com frequência têm problemas físicos - incluindo deterioração da vista, da audição, do equilíbrio, da memória e da agilidade - que tornam mais difícil compreender instruções complicadas ou reagir rapidamente a elas. Claro, aqueles com problemas severos, como a doença de Alzheimer, certamente precisam de assistência, mas esses são a menor parte dos casos.
Assim, segundo a especialista, o funcionário se sente tentado a redirecionar a conversa ao acompanhante, cujas chances de entender de primeira "devem" ser maiores, o que lhe alivia o trabalho.
"Os profissionais da saúde não estão imunes de uma certa noção arraigada na sociedade de que as pessoas mais velhas podem não entender o que está sendo dito. Em geral, as pessoas pensam que será mais fácil passar a informação para os adultos mais jovens", afirma o especialista.
Além disso, segundo Graham, quando um idoso entra em uma loja acompanhado de um filho adulto, a ideia que se tem é de que essa pessoa está acompanhada porque precisa de ajuda. Apesar de a filha poder ser somente o motorista da vez, o atendente acha que ela também é a intérprete, a tomadora de decisões e a controladora do bolso. (Extraído da Internet)




Passe adiante

Tenho vários DVDs de shows, e houve uma
época em que os assistia atenta ou simplesmente
deixava rodando como som ambiente
enquanto fazia outras coisas pela casa.
Até que os esqueci de vez. Conhecedor do
meu acervo, meu irmão outro dia pediu:
— Posso pegar emprestado uns shows aí da
tua coleção?
Claro! Ele escolheu quatro e levou com ele. E
subitamente me deu uma vontade incontrolável
de voltar a assistir aqueles shows. Aqueles
quatro, não é estranho?
Logo a vontade passou, mas fiquei com o
alerta na cabeça. Me lembrei de uma amiga que
uma vez disse que havia comprado um vestido
que nunca usara, ele seguia pendurado no
guarda-roupa. Um dia ela me mostrou o tal
vestido e intimou:
— Pega pra ti, me faz esse favor. Jamais vou
usar.
Trouxe-o para casa. Muito tempo depois ela
me confidenciou, às gargalhadas, que não
havia dormido aquela noite. Passou a ver o
vestido com outros olhos. Por que ela não
dera uma chance a ele?
Maldita sensação de posse, que faz com que
a gente continue apegada ao que deixou de ser
relevante. Incluindo relacionamentos.
Uma outra amiga vivia reclamando do namorado,
dizia que eles não tinham mais nada em
comum e que ela estava pronta para partir para
outra. E por que não partia?
— Porque não quero deixá-lo dando sopa
por aí.
Como é que é?
Ela não terminava com o cara porque não
queria que ele tivesse outra namorada, dizia
que não suportaria. Reconhecia a mesquinhez
da sua atitude, mas, depois de tantos anos
juntos, ela ainda não se sentia preparada para
admitir que ele não seria mais dela.
DVDs, roupas, amores: claro que não é tudo
a mesma coisa, mas o apego irracional se
parece. É a velha e surrada história de só
darmos valor àquilo que perdemos. Será que
existe solução para essa neura? Atribuir ao
nosso egoísmo latente talvez seja simplista
demais, porém, não encontro outra justificativa
que explique essa necessidade de “ter”
o que já nem levamos mais em consideração.
É preciso abrir espaço. Limpar a papelada
das gavetas, doar sapatos e bolsas que estão
mofando, passar adiante livros que jamais
iremos abrir. É uma forma de perder peso e
convidar a tão almejada “vida nova” para
assumir o posto que lhe é devido. Fácil? Bref.
Um pedaço da nossa história vai embora
junto. Somos feitos — também —- de ingressos
de shows, recortes de jornal, fotos de
formatura, bilhetes de amor.
Sem falar no medo de não reconhecermos a
nós mesmos quando o futuro chegar, de não
ter lá na frente emoções tão ricas nos aguardando,
de a nostalgia vir a ser mais potente do
que a tal “vida nova”.
Qual é a garantia? Um ano para geladeiras, três
anos para carros 0km, cinco anos para apartamentos.
Pra vida, não tem. É se desapegar e ver
no que dá, ou ficar velando para sempre
os cadáveres das vontades que passaram. (Martha Medeiros)


Ciúme e inveja no trabalho são diferentes em homens e mulheres

Não tem jeito: ciúme e inveja são coisas que podem atingir tanto homens quanto mulheres – inclusive no ambiente de trabalho. Mas um estudo realizado por pesquisadores das Universidades de Valência (Espanha), Groningen (Holanda) e Palermo (Argentina) sugere que, na firma, essas questões envolvem algumas diferenças de gênero.
Por exemplo, as mulheres são mais afetadas pela competição sexual do que os homens. Já as habilidades sociais dos colegas podem provocar ciúme e inveja profissional igualmente em ambos os sexos.
“Mulheres com alto nível de competição intrassexual [ou seja, a concorrência com outras pessoas do mesmo sexo, causada pelo desejo de obter e manter o acesso ao sexo oposto] são mais ciumentas se a rival for mais atraente e mais invejosas se a rival é mais poderosa e dominadora”, afirmou Rosario Zurriaga, da Universidade de Valência. “Esse resultado mostra a importância das habilidades sociais em ambientes de trabalho”, completa.
Para entender a diferença entre os dois sentimentos, o estudo definiu assim: o ciúme é o que vem quando um relacionamento está ameaçado devido à interferência de um rival. Já a inveja foi considerada uma resposta ao sucesso, qualidades ou habilidades de outra pessoa – e envolve que você se compare com ela e deseje ter os seus atributos.
“A inveja e o ciúme podem causar estresse e afetar negativamente a qualidade de vida dos profissionais”, afirma Zurriaga.
Como evitar isso? Segundo os pesquisadores, é necessário que as pessoas modifiquem sua percepção de perda, ameaça e comparação com os outros. Tarefa nada fácil.
Metodologia
A rivalidade intrassexual foi analisada por meio de questionários distribuídos diretamente para 200 indivíduos (100 homens e 100 mulheres) em suas estações de trabalho. Do total, 26% dos voluntários trabalhavam na área de administração, 21% no setor de serviços, 30% na educação e o restante em saúde e outras profissões. A idade média era de 36 anos e eles estavam há 11 em seu trabalho.
“Este é um dos primeiros estudos a analisar as características de rivalidade no ambiente de trabalho e pode contribuir para uma melhor compreensão dos conflitos e problemas que podem ocorrer nessas relações”, concluem os autores no estudo, que foi publicado na “Revista de Psicología Social”. (Revista Super Interessante)

A arte de não fazer nada ...

Dolce far niente. Essa expressão italiana que significa algo como “o doce nada fazer”é muito utilizada para demonstrar a arte de saber quando não fazer nada e desfrutar desses momentos, sem nenhuma culpa. Outra expressão latina similar é Carpe Diem, ou “aproveite seu dia”que nos estimula a aproveitar o dia em cada momento, em cada instante como se saboreia o alimento mais delicioso. Em um mundo corrido como o nosso em que somos cobrados pela produtividade de sempre termos que fazer mais, não importa o que já tenhamos feito é muito importante parar um pouco e pensar sobre a sabedoria contida nessas expressões.
Recordo-me que quando estava na faculdade sempre ouvia uma pergunta típica: trabalhamos para viver ou vivemos para trabalhar? À princípio esse questionamento me parecia sem propósito, mas com o passar do anos ganhou um amplo significado. Se não tomarmos cuidado, corremos o risco de sempre estarmos nos ocupando de algo, seja na vida profissional e mesmo em afazeres pessoais que nos tire a atenção do momento presente. Ficamos tensos, ansiosos, preocupados em termos que produzir mais e melhor que o que já foi produzido e esquecemos de viver a vida, de saboreá-la, desfrutando de cada passo dado.
Quando os italianos falam em Dolce Far Ninente, eles estão dizendo, “...trabalhem, mas aprendam a saborear a vida. Coma uma boa comida, namore bastante, curta os amigos e cuide bem de seu espírito...”,isso dentre outras coisas mais. Na Espanha, para vocês terem idéia o comércio fecha para o almoço e somente reabre às 16:00hs. Retomam o trabalho e vão até as 21:00hs. Mas aproveitamos o momento do almoço com a família, para descansar e passar um tempo gosto com os amigos. É o Carpe Diem funcionando...
Que fique claro que não estou aqui fazendo apologia a preguiça, mas sim “a boa preguiça”, tão necessária para o refazimento da alma, como “o bom trabalho”. É claro que nós, brasileiros, também dominamos muito dessa arte de darmos um jetinho para curtir com os amigos. Somos engraçados, bem humorados e generosos. Mas como humanos, todos ao redor do mundo, precisam sempre se perguntar como estão vivendo suas vidas, afinal a morte pode chegar a qualquer momento, sem mandar avisos e nos lembrar do que deixamos de viver.
Apenas para constar: nunca ouvi ninguém falar que no leito da morte se arrependia de não ter trabalhado mais, das horas extras que não fez ou algo parecido. Normalmente as pessoas reclamam do que não viveram, dos relacionamentos que não tiveram, do tempo que desperdiçaram com bobagens e principalmente de não terem aproveitado a vida. Espero que você aproveite a sua. Dolce far niente e Carpe Diem... é o que desejo para você!(Ricardo Melo)