terça-feira, 31 de julho de 2012

AS ESCOLHAS E NOSSA NATUREZA

Conta-se que certa vez um monge e seus discípulos caminhavam por uma estrada e quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados. “Mestre, deve estar doendo muito! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!" O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu: “Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha..."
Mesmo sem perceber, cada um de nós tem sua própria natureza e age conforme sua influência. Inconscientemente todos tomamos atitudes que nos direcionam rumo ao nosso conceito pessoal de felicidade. Ser feliz não pode ser visto como um efeito casual de nossa caminhada. Ser feliz no que fazemos é uma meta a ser alcançada, onde quer que estejamos. E para alcançarmos esse grande objetivo, não raro, precisamos correr riscos, abrir mão de algumas coisas e tentar seguir nossa natureza, fazendo aquilo que mais combine conosco, mesmo que tenhamos que enfrentar o pré-conceito do mundo a nosso redor.
Você pode até chegar no final da estrada e descobrir que não era bem aquilo que imaginava, mas nada impede que o trajeto possa ser prazeroso. Sabemos que a felicidade não está na conquista, mas na conexão de nosso coração com a trajetória que nos conduz a ela. E você, que nos lê neste momento, considera-se uma pessoa feliz na forma como vive sua vida? Você tem feito escolhas que o aproximam de ser um ser humano mais completo, integrado com a forma como gostaria de viver?
Ir ou voltar, mudar ou não mudar, fazer ou não fazer. Sempre teremos dúvidas sobre qual melhor escolha realizar. Mas o que não podermos ter dúvidas é de sempre escolher, seguindo o “grito silencioso” de nossa sabedoria interior, que nos lembra de nossa natureza e de qual caminho realmente fará sentido para nós. Acredite: depois de um certo tempo você acaba percebendo que acertar ou errar faz parte da vida e no final o que realmente importa é se aproveitamos ou não o momento de cada erro e de cada acerto. Boas escolhas para você! (Ricardo Melo)



segunda-feira, 30 de julho de 2012

O que é ter sorte?

Você já parou para pensar que na vida há motivos nos levam a crer que por isso somos melhores ou temos mais sorte? Que você pode dizer “sou uma pessoa de sorte”. Mas o que é ter sorte pra você? Acha sua vida boa?
Ter sorte pra muitos é ter dinheiro, nascer em berço esplêndido, ter nome importante, ter bens, ter, ter, ter... e por aí vai. Sempre ligado em valores monetários ou de prestígio.
Para outros é viver em um país sem guerras, sem misérias, onde há liberdade de expressão, onde o direito de ir e vir não é negado, enfim onde a vida pode fluir de maneira normal.
Se fosse possível escolher, alguns prefeririam ter cor branca ou ser homem, ser perfeito, bonito, atraente, inteligente, alegre, animado, engraçado, cabelo loiro e liso, muito cabelo, nariz de boneca, queixo de super homem, olhos azuis ou verdes, no máximo amarelados.
Sorte é ter estudado, ter curso superior, ter um bom emprego, um lugar para morar, uma casa ou  apartamento que seja seu ou que pelo menos possa pagar por ele.
Todos diriam que  sorte é ter um grande amor. Viver uma história de paixão, onde dois fazem um, um grande e feliz romance. Neste caso nem é tão importante assim ter muitos bens, ter muito dinheiro, o que importa é estar feliz, radiante, romanticamente declarado.
Tem gente que gostaria de ter tudo ao mesmo tempo, amor, dinheiro, poder, beleza, saúde, longevidade e se possível que não morresse nunca.
Há os que estão felizes com o pouco que têm e há quem nunca é feliz mesmo tendo tudo que possa fazer alguém bem de vida.
Se em 20, 30 ,40 ou 50 anos ou mais não conseguirmos sentir felizes, provavelmente morreremos infelizes. Acharemos que foi em vã nossa existência, que não mais vai dar tempo de alcançarmos a tão sonhada sorte.
Deveríamos ser gratos pelo que temos e sempre ajudar aos que parecem não ter nada. Deveríamos prestar atenção pra ver onde não parecemos ter sorte e analisar se é mesmo verdade ou se não temos porque  plantamos a semente errada em nossa horta.
Sempre haverá tempo para encontrarmos nossa sorte. Ela pode estar do seu lado o tempo todo só esperando um empurrão para acordar em você tudo que sempre sonhou. Para mostrar como é simples ser feliz.    (Ângela Rêgo)




Escolha o biquíni certo e valorize seu corpo


O clima está começando a esquentar e daqui a pouco é hora de exibir o corpo nos novos modelos de biquíni. No próximo verão eles seguem o estilo dos anos 70 e por isso têm uma modelagem mais discreta, mas o preferido das brasileiras, o top cortininha e as calcinhas de lacinhos continuam com tudo. Para arrasar no verão e valorizar ainda mais o corpo, confira qual modelo de biquíni combina mais com você.
Seios pequenos
Para mulher que tem seios pequenos o modelo ideal de top são o estilo cortininha, com bojo ou no estilo frente
única. Os modelos tomara-que-caia com plissados também ajudam a dar mais volume aos seios.
Quadris estreitos
As calcinhas de lacinhos são ideais, seja de amarrar dos dois lados ou de um só. Também vale aquelas com as laterais bem estreitas. As calcinhas mais cavadas no bumbum também favorecem.
Seios grandes
Quem tem seios volumosos deve apostar nos sutiãs mais estruturados, como aqueles que têm um suporte logo abaixo do bojo. Também vale aqueles estilo faixa, mas com alças. Alguns seguem essa modelagem com um leve decote que garante mais o bronzeado.
O estilo frente-única também pode, contanto que o bojo seja maior, principalmente na altura, e que afina aos poucos para poder ser preso ao pescoço.
Quadris largos
Para as que têm o quadril muito largo, o ideal é usar as calcinhas tipo sungão ou mais fechadas no bumbum. Calcinhas de amarrar nas laterais também podem ser usadas, contanto que sejam menos cavadas. A calcinha de lateral mais larga é uma ótima escolha.
Dicas
Pernas compridas tronco curto
Para disfarçar aposte nas calcinhas de cintura baixa. Elas têm o podem de alongar o corpo.
Disfarçar a barriga
Quem não está em forma e aquela barriguinha está saltando aos
olhos, use calcinha de cintura um pouco mais alta.
Criar volume
Para as que além do recurso da modelagem das peças quer criar uma ilusão de ótica de mais volume seja nos seios ou no bumbum, use cores claras ou estampas miúdas.
Diminuir o volume
Para tentar disfarçar o volume dos seios ou do bumbum aposte nas peças lisas e de cores escuras.
O que está na moda
Listras, poás (estampas de bolinhas), flores, folhagens, desenhos abstratos e tribais, preto e branco, azul marinho, vermelho, bege e tons vibrantes.

O PONTO NEGRO

Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
 - Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. 
Assim acontece em nossas vida. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Aproveite cada bênção, cada momento a natureza lhe dá.
Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer.
Tenha essa certeza, tranquilize-se e seja .... FELIZ

A estruturação do parágrafo

A estruturação dos parágrafos  permite que o pensamento seja distribuído de forma lógica com uma efetiva interação entre os interlocutores. Devemos observar a pontuação adequada, a utilização correta dos elementos coesivos, de modo a estabelecer uma relação harmônica entre uma ideia e outra.
Esteticamente, o parágrafo se caracteriza como um sutil recuo em relação à margem esquerda da folha, atribuído por um conjunto de períodos que representam uma ideia central em consonância com outras secundárias, resultando num efetivo entrelaçamento e formando um todo coeso. Quanto à extensão, é bom que se diga que não se trata de uma receita pronta e acabada, visto que a habilidade do emissor determinará o momento de realizar a transição entre um posicionamento e outro, permitindo que o discurso seja compreendido em sua totalidade.
Em se tratando de textos dissertativos, normalmente os parágrafos costumam ser assim distribuídos:
* Introdução – constitui-se pela apresentação da ideia principal, feita de maneira sintética e definida pelos objetivos aos quais o emissor se propõe.
* Desenvolvimento – constitui do desenvolvimento do tema,  reconhecido na exposição dos argumentos com vistas a reforçar e conferir credibilidade ora em discussão.
* Conclusão – caracteriza-se pelo arremate de forma plausível. Pode, na maioria das vezes, constar-se de uma solução por parte do emissor no que se refere ao instaurar dos fatos.
Quanto aos textos narrativos, os parágrafos costumam ser caracterizados pelo predomínio dos verbos de ação, retratando o posicionamento dos personagens mediante o desenrolar do enredo, bem como pela indicação de elementos circunstanciais referentes à trama: quando, por que e com que ocorreram os fatos. Nesta modalidade, a ocorrência dos parágrafos também se atribui à transcrição do discurso direto, em especial às falas dos personagens.
Referindo-se aos textos descritivos, sua utilização está relacionada pela minuciosa exposição dos detalhes acerca do objeto descrito, representado por uma pessoa, objeto, animal, lugar, uma obra de arte, dentre outros, de modo a permitir que o leitor crie o cenário em sua mente.
Colaborando na concretização destes propósitos, sobretudo pela finalidade discursiva – visando à caracterização de algo –, há o predomínio de verbos de ligação, bem como do uso de adjetivos e de orações coordenadas ou justapostas. (Internet)

É preciso desapego para vender o imóvel

                Vender um imóvel é um momento que, por si só, demanda paciência e cautela. Quando a venda envolve apego sentimental com  imóvel, o processo se torna ainda mais lento e oneroso. O sentimento em relação à casa antiga, além de atrasar a venda, faz com que o proprietário não aceite, muitas vezes, o valor comercial do seu imóvel. Por esse motivo, nestas horas é fundamental uma boa dose de frieza e desapego.
                É muito fácil perceber o apego sentimental quando eventualmente estamos vendendo um imóvel da família, onde o patriarca e matriarca residiram por muitos anos, criaram os filhos, conviveram com os netos, enfim, construíram ali toda uma história. De repente, esse casal se depara com as dificuldades inerentes à chegada da idade e percebem que precisam ter uma vida mais prática e funcional.
                Surge um momento em que a pessoa trabalhou muito e quer descansar, precisa diminuir o espaço e reduzir o trabalho com os cuidados da casa. Porém, mesmo com a real valorização do imóvel , as pessoas acabem atribuindo, além do valor comercial, um valor maior que está diretamente ligado à importância que o imóvel teve para a família.
                Isso dificulta a venda e as negociações acabem demandando mais tempo do que deveriam. Os vendedores não aceitam o valor apresentado pelas imobiliárias ou construtoras e recusam todas as propostas recebidas. E essa situação pode gerar transtornos para o próprio vendedor, caso ele necessite de dinheiro da venda para dar entrada em um novo negócio. Afinal, para quem vai comprar um imóvel, o valor sentimental não existe.
                Existem situações em que o apego está relacionado também a região onde está localizado. Muitas pessoas se mantém fiéis aos bairros que nasceram. Em Belo Horizonte, este tipo de situação pode ser percebido em bairros como Santa Tereza, Santa Efigênia, Sagrada Família, Prado e Gutierrez, dentre outros. (Texto de José de Filippo Neto - Extraído do Hoje em Dia)
               

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Fantasmas das eleições

Democracia, segundo os dicionários, é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos, direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos. Ela pode existir num sistema presidencialista, como é o nosso, ou parlamentarista; republicano, como é o nosso, ou monárquico. As democracias podem ser divididas em diferentes tipos, baseados em inúmeras distinções.
A mais importante se dá entre a direta (algumas vezes chamada pura) e a representativa (também dita indireta), quando o povo expressa sua vontade por meio da eleição de representantes que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram. Ora, então, se vivemos numa democracia estamos no caminho certo. Se nossa opção foi pela representativa, nada mais natural que eleger aqueles que vão decidir em nosso nome.
Até aí, tudo bem. O problema é a distância entre a teoria e a prática. Comecemos pelo ato de escolher. Se eu digo aqui que temos eleições demais, um monte de leitores vai se arrepiar, pensando algo do tipo “olha o filhote da ditadura querendo a dita cuja de novo!”.
No entanto, quem conhece de perto o funcionamento da máquina pública seguramente vai concordar comigo que as eleições de dois em dois anos arrebentem com o país. Nesta, de outubro agora, estão em jogo não apenas os resultados dela própria como os frutos do que aconteceu dois anos atrás e, claro, o que pode acontecer em 2014. Assim, quem ganhar a eleição para prefeito de qualquer cidade no dia seguinte não estará pensando em como administrar, mas, o que fazer para ajudar seu padrinho deputado, senador ou governador no pleito de dois anos à frente.
E, como vimos nos últimos dias, especialmente no caso de Belo Horizonte, partidos políticos são estradas pavimentadas por meia dúzia de espertalhões que usam milhares de sujeitos que se acham espertos para ludibriar milhões de eleitores que, por sua vez, não reagem e se portam como cidadãos para exigir respeito.
Estamos no mundo do faz de conta. O eleitor finge que é sério, mas quer levar vantagem; o candidato finge que ama o povo e a cidade, mas quer se ajeitar e quem patrocina a candidatura finge que gosta do protegido, mas, na verdade, quer é usá-lo em projetos pessoais futuros. Resumindo: já que não inventaram nada melhor que a democracia, por que a gente não vota de cinco em cinco anos para todos os cargos, de vereador a presidente? E trabalha um pouquinho só, de verdade, cuidando e planejando as cidades, entre uma e outra eleição? (Eduardo Costa)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Dicas de Português

Todos querem saber qual é diferença entre…
 1)    CONSERTO = correção, reparo – “Consertam-se sapatos”;
CONCERTO = sinfonia, harmonia – “O concerto será no Municipal”;
 2)    TAXAR = tributar, pôr uma taxa – “Estes serviços serão taxados”;
TACHAR = rotular, considerar – “Foi tachado de corrupto”;
 3)    SESSÃO = reunião – “Começou a sessão do júri”;
SEÇÃO = parte, divisão, departamento – “Está na seção de vendas”;
CESSÃO = ato de ceder – “Fez a cessão dos seus bens”;
 4)    CASSAR = anular – “Querem cassar o mandato do prefeito”;
CAÇAR = apanhar, pegar – “Querem caçar o animal”;
 5)    COZER = cozinhar – “Gosta de ovos cozidos”;
COSER = costurar – “Precisa coser a camisa rasgada”;
 6)    SERRAR = cortar – “Os galhos foram serrados”;
CERRAR = fechar – “Ficou com os olhos cerrados”;
 7)    INCIPIENTE = iniciante, o que está no início – “Era um projeto incipiente”;
INSIPIENTE = não sapiente, ignorante, sem sabedoria – “Era um argumento insipiente”;
 8)    RATIFICAR = confirmar – “O presidente vai ratificar a nossa decisão”;
RETIFICAR = corrigir – “É necessário retificar o seu erro”;
 9)    DESAPERCEBIDO = não apercebido, desprovido, desinformado – “Ficou desapercebido” ;
DESPERCEBIDO = não percebido, não observado – “O juiz passou despercebido”;
Alguns dicionários já consideram DESAPERCEBIDO sinônimo de DESPERCEBIDO (= não despercebido).
 10) MANDATO = representação, poder de mando – “Cassaram o seu mandato”;
MANDADO = ordem judicial – “Impetrou um mandado de segurança”;
 11) TRÁFEGO = de trânsito, movimento – “O tráfego está muito intenso nesta rua”;
TRÁFICO = comércio – “O tráfico de drogas está cada vez maior”;
 12) DESCRIÇÃO = ato de descrever – “Foi fazer a descrição do cenário”;
DISCRIÇÃO = qualidade de quem é discreto – “Agiu com muita discrição”;
 13) DESTRATAR = tratar mal – “Foi destratada em público pelo marido”;
DISTRATAR = romper um trato – “Não querem mais cumprir o contrato. Vão assinar um distrato”;
 14) INFRINGIR = transgredir, violar, desrespeitar – “Está infringindo a lei”;
INFLIGIR = aplicar, impor – “Está infligindo um castigo”;
 15) PRESCREVER = receitar ou perder a validade – “O médico prescreveu este remédio”, “O prazo já prescreveu”;
PROSCREVER = banir, expulsar – “Ele foi proscrito da cidade”. (Globo.com)

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Melhore o poder do seu cérebro comendo

Com alimentação balanceada é possível adiar o declínio cognitivo que ocorre com o passar dos anos
O declínio cognitivo pode levar à dificuldade de lembrar, comunicar ou aprender novas tarefas.
A Academia Americana de Médicos de Família sugere as seguintes medidas para ajudar a melhorar a saúde do cérebro e prevenir o declínio cognitivo:
- Mantenha o peso, o colesterol e a pressão arterial sob controle, com uma dieta nutritiva e alimentos com baixo teor de gordura.
- Consuma em grande quantidade grãos, frutas e vegetais.
- Evite gorduras saturadas.
- Inclua ácidos graxos ômega-3 na dieta, como os contidos em peixes como salmão, sardinha e atum.
- Pergunte a seu médico se você deve tomar algum suplemento com vitaminas.(Internet)

Expressões de cortesia

Tal assunto nos remete a um relevante fato que permeia nossas relações enquanto seres humanos: a necessidade que temos de ser bem tratados pelas pessoas que fazem parte do nosso convívio, ou até mesmo por aquelas com as quais “eventualmente” mantemos convivência. 
Ora, parece que um “obrigado (a)”, “por favor”, “com licença”, “volte sempre”, “desculpe-me”, entre tantas outras expressões, parecem soar melodicamente aos nossos ouvidos, tornando nossas relações interpessoais ainda mais prazerosas, saudáveis e duradouras. Além de demarcar traços que caracterizam atitudes gentis por parte de quem as profere, essas palavras “mágicas” tendem a abrir as portas com mais facilidade, como é o caso de situações nas quais somos impelidos a pedir um favor a alguém.
Se fôssemos descrever todas as vantagens oriundas de tais atitudes, precisaríamos de mais tempo, mas somente com estas, anteriormente abordadas, já deu para se ter uma noção de sua magnitude. (Internet)

Cansaço ou estresse

Muitas vezes, a pessoa chega em casa depois de um dia de trabalho, se joga sobre o sofá e diz  “estou estressado” , porém tem a cabeça tranquila e sonha com um futuro menos tumultuado e mais promissor. Isso não é estresse, é cansaço que com algumas horas de repouso e de sono é resolvido.
O processo de cansar e descansar é algo normal em nossa vida.Uma noite de sono “bem dormida, é essencial para repor o físico para mais um dia, aliviando o cansaço. No entanto, se continuar conectado com as preocupações do trabalho, com a promissória no banco, as notas dos filhos, se vão  acertar na vida, os desencontros afetivos, o risco de perder o emprego, a falta de perspectivas, em pouco tempo estará com uma carga de estresse prejudicial.
Hipócrates em 500 AC já dizia que as emoções estão ligadas à saúde.
Mergulhadas nos compromissos e problemas, as pessoas não se dão conta do quanto o corpo reclama dessa agressão permanente.
O homem primitivo ao deparar-se com uma fera ameaçadora, tomava a decisão de matar ou fugir, voltava para a caverna, relaxava e recompunha o equilíbrio orgânico e emocional indispensável para a sobrevivência. Hoje com a modernidade, essa pausa revigorante está escassa. A fera que era externa, passou a ser interna.
Não há como negar a insegurança das grandes cidades, as incertezas econômicas, a ameaça de desemprego, a pressão de consumo. As dificuldades existem, mas é o como encará-las que pode resultar em dose maior ou menor do indesejável estresse.
"Muitas pessoas assumem atitudes irracionais no trânsito. Metem a mão na buzina diante de um sinal mecânico que não se abala com a impaciência, pressionam os outros e a si mesmas por alguns metros de asfalto à frente ou uns segundos de vantagem. Expõem-se a acidentes, quando a lógica seria se distrair ouvindo música, observar ao redor, aproveitar o tempo para reavaliar seus valores de vida. Agindo dessa forma, sem dúvida, seu prejuízo seria menor". Cabe a cada um decidir como deve reagir à pressão externa,
 O estresse começa na mente e pode se manifestar através de doenças físicas. Portanto cuide-se, descanse, reflita nos acontecimentos do seu dia a dia e durma bem, evite  assumir compromissos em horários muito próximos uns dos outros, saia de casa com tempo suficiente para enfrentar alguns imprevistos, planeje as atividades, estabeleça prioridades, faça atividades que lhe dão prazer. Isso não é utopia, é disciplina para reeducar-se internamente para uma mudança e qualidade de vida.
O estresse reduzido e bem administrado, estimula o cérebro, o que possibilita encontrar saídas para as situações difíceis. (Colaboração Sandra Pontes - psicóloga 3484-3736)

A geografia da violência

Estudo Divulgado em janeiro de 2008, com dados até 2006, faz um mapa da Violência dos Municípios Brasileiro. Reúne os números, município por município e Estado por Estado, de homicídios; taxa de homicídios por 100 mil habitantes; homicídios juvenis; mortes por arma de fogo; e mortes no trânsito.
ONDE SE MATA MAIS
1) zonas de grilagem e devastação; em particular, destacando-se municípios da Amazônia.
2) zonas de fronteira; cidades que estão em rota de contrabando e pirataria, como Foz do Iguaçu (PR) e Coronel Sapucaia (MS), a número 1 em taxa de homicídios.
3) polos de desenvolvimento local ou regional; Waiselfisz cita quatro exemplos em Pernambuco, Estado onde mora há 30 anos: o polo de agricultura irrigada de Petrolina; o polo gesseiro de Araripina; o polo de confecções de Santa Cruz do Capibaribe; e o já tradicionalmente violento polígono da maconha.
INTERIORIZAÇÃO
A correlação entre violência e polos de desenvolvimento regional é expressão de um fenômeno relativamente recente: a interiorização da violência. Até metade dos anos 90, os polos dinâmicos da violência se concentravam nas grandes cidades. A partir de 1999, começa um processo de estagnação nas capitais, e a violência segue crescendo no interior. São duas as razões: maior investimento em segurança nas regiões metropolitanas e o aparecimento de polos de atração econômica no interior. Uma terceira razão não explica o fenômeno, mas causa impacto nos números: com o surgimento de novos institutos médicos legais e a ampliação da rede básica de saúde, a violência nos grotões entrou no radar do Estado.
LITORAL
O mapa também expõe uma alta vulnerabilidade em boa parte da faixa litorânea. Além da violência conhecida em grandes regiões metropolitanas estabelecidas no litoral.
HOMICÍDIOS EM QUEDA
Na conta geral, o número de homicídios no País caiu de 50.980 em 2003 para 46.660 em 2006. É uma queda de 8,5%, creditada em parte à campanha pelo desarmamento e em parte a políticas de segurança em cidades de maior peso demográfico. Caso mais conhecido é o de São Paulo. A cidade melhorou 310 posições no ranking de homicídios por 100 mil habitantes, compensando, no plano nacional, o aumento da violência em outras regiões.