segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O BURRO E O BURACO



Um dia, o jumento de um fazendeiro caiu num poço. O animal relinchou penosamente por horas, enquanto o fazendeiro pensava o que fazer.
Por fim, o fazendeiro chegou à conclusão de que o poço precisava mesmo ser fechado e, como o animal estava velho, não valia a pena resgatá-lo.
O fazendeiro convidou seus vizinhos para ajudá-lo. Todos pegaram pás e começaram a jogar terra dentro do poço.
No início, percebendo o que acontecia, o jumento relinchava, desesperado. Depois, para surpresa geral, aquietou-se.
Algumas pás de terra depois, o fazendeiro resolveu olhar para baixo e ficou surpreso com o que viu.
O jumento sacudia cada pá de terra que caía sobre ele, e aproveitava a terra para subir um pouco mais.
Enquanto os vizinhos do fazendeiro continuavam a jogar terra no animal, ele a sacudia e subia cada vez mais.
Não demorou para todos se espantarem ao ver o jumento escapar do poço e sair trotando alegremente.
A vida vai jogar terra em você. Todo tipo de terra. Para sair do poço, o segredo é sacudi-la e aproveitá-la para subir mais um pouco.
Cada um dos nossos problemas pode ser um degrau. Sairemos do poço mais profundo, se não nos detivermos, se não desistirmos. Sacuda a terra e aproveite-a para subir um pouco mais.

Lembre-se de cinco regras simples para ser feliz:
• Livre seu coração de todo ódio. Perdoe.
• Livre sua mente das preocupações. A maioria nunca acontece.
• Viva com simplicidade e aproveite o que você tem.
• Ofereça mais.
• Espere menos.


Fonte: http://nextgroup.com.br/

domingo, 29 de setembro de 2013

Como descobrir se você está sendo chato


Entenda as principais características ligadas à chatice e evite ser um estraga-prazeres
Inconveniente, repetitivo, dono da verdade e irritante. São essas as principais características do chato, segundo o “Tratado Geral dos Chatos” (Civilização Brasileira). Considerada a bíblia do assunto, a obra escrita por Guilherme Figueiredo em 1960 descreve todas as variações da chatice, “qualidade” que, não à toa, tirou sua denominação de um parasita capaz de causar irritação e incômodo nas partes íntimas do homem.
Daí a associação com aquela pessoa importuna, que não sabe se comportar no convívio social. “O chato é pouco sensível ao entorno, ao próprio ambiente, então não percebe sua inadequação”, pontua Denize Rubano, professora Faculdade de Psicologia da PUC São Paulo.

Pessoas inconvenientes sempre existiram. As roupagens é que mudam com o tempo, conforme explica o psicanalista Raymundo Lima, professor do Departamento de Fundamentos da Educação da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e estudioso da obra de Guilherme Figueiredo. O clássico e inocente “chato de galocha”, por exemplo, mostra o aspecto cultural de sua época: era aquele sujeito que não tirava as galochas molhadas para entrar nos locais. Molhava tudo e irritava as pessoas.
Há chatos menos datados na lista de Figueiredo. É o caso do “chato-etílico”, que se revela depois de alguns goles. Fã de pegadinhas, o “chatimbanco” adora puxar a cadeira quando você vai sentar. Já o “existenchatista” não precisa fazer nada. Basta a sua presença para chatear os demais. A lista do livro é extensa e não são necessárias explicações pseudocientíficas para reconhecê-los. O dia a dia é um observatório deles.
Desculpe se estou sendo chato
Falta de educação pode ser um forte indício de chatice. “O chato quase sempre invade a privacidade do outro e o deixa constrangido”, descreve Lima. Por isso afasta as pessoas. “Lá vem ele”, é comum escutar antes de uma rodinha de gente se espalhar. Mas uma cena dessas 
não inspira pena. Isso porque “o chato nunca se chateia”, como garante Figueiredo.

Os chatos são pessoas que não têm os limites claros. “Falam muito perto, pegam o tempo todo no outro enquanto conversam, abrem a geladeira na casa de alguém que mal conhecem. Ou seja, ultrapassam os limites”, resume Liliana Seger, coordenadora do Ambulatório dos Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas.
A chatice também está ligada aos comportamentos extremos. “Uma pessoa que não tem humor é chata, mas fazer gracinha o tempo todo também é muito chato. Tudo que é totalmente introspectivo ou extrovertido corre o risco de ser chato”.
Para Liliana, o chato não se dá conta que está sendo inadequado porque o chateado não é assertivo o suficiente para sinalizar o problema. Outro motivo pode estar relacionado a uma crise eufórica. “O cérebro produz uma sensação prazerosa nesse momento. E o chato entende que ele foi agradável, não o contrário”, completa Raymundo Lima. “Eu sou assim”
A voz, os gestos e o modo de se relacionar dão pistas sobre o grau de importunação dos chatos. São normalmente politicamente incorretos. Fazem piadas inapropriadas com minorias. O intelectual também dá seus sinais de chatice, pois só fala de ideias e tem dificuldade de relaxar.
A repetição é uma característica fortemente ligada à chatice, como os casos de transtorno obsessivo compulsivo: aqueles que acumulam entulho em casa ou lavam as mãos a cada minuto. “Toda doença neurótica costuma ser chata”, diz o psicanalista Raymundo Lima.
O chato convicto aprendeu a viver de sua própria maneira e não sabe viver de outra forma. “Pelo lado da psicanálise, é triste notar que eles desenvolveram um traço de caráter, de personalidade, que é difícil de ser removido pela própria pessoa ou pelo meio social”, lamenta Lima. O chato desenvolve esse maneirismo e se beneficia disso na medida em que se acomoda. É esta a sua marca: “eu sou mesmo assim, vou ser sempre assim”.
 (Ig)


Previna e combata o envelhecimento dos pés aos cabelos


Para prevenir os sinais do envelhecimento e proteger a pele, o básico é usar diariamente protetor solar ou cremes hidrantes com bloqueador de radiação UV.
O ideal é passar protetor a cada duas horas nos lugares que vão ser expostos ao sol de uma forma prolongada.
Se você trabalha em escritórios fechados e acha complicado aplicar o produto a cada duas horas, pode passar pela manhã e reaplicar antes de sair na rua para almoçar.
 Existem muitos problemas de pele consequentes dos banhos de água quente, como coceira, eczema por ressecamento, rosáceas e acne. Por isso, o ideal é tomar banhos mornos.
Para o rosto, o ideal é lavar apenas com água fria, para manter o viço da pele. Outro cuidado fundamental é o uso diário de hidrantes, de preferência aqueles a base de ácidos retinóico e glicólico, que estimulam a produção de colágeno. Além da hidratação tradicional, a maquiagem também pode ser uma aliada. Um make feito com uma base com protetor solar, que controle a oleosidade, pode ser um tratamento adequado.
Para evitar rugas e melhorar a aparência das que já se instalaram, a dermatologista Flavia Naranjo Ravelli indica o uso de cremes contendo retinóides, ácido hialurônico, vitamina C e alfa-hidroxiácidos. Segundo ela, esses ativos também servem para evitar o enrugamento e flacidez das áreas do colo e pescoço, além de serem utilizados no corpo se o objetivo for rejuvenescimento. Para isso, basta aplicar uma camada mais generosa que a habitual.

O sono – ou a falta dele - também pode favorecer o aparecimento das linhas indesejáveis. O indicado é dormir no mínimo 8 horas por noite, além de dormir de barriga para cima, pois ao ‘amassarmos’ a face no travesseiro estamos favorecendo o surgimento ou agravamento das rugas.
Uma das regiões que mais entregam a temida passagem do tempo é a dos olhos. Por ter uma pele delicada, a área é mais sensível e requer o uso de produtos específicos para a região, que em geral tem uma concentração menor de ativos. Se o mesmo creme que utilizamos para a face for usado nos olhos, a paciente corre o risco de irritações e alergias.
Mãos e cabelos
Com o passar do tempo, os sinais do envelhecimento ficam evidentes nas mãos, seja com a textura da pele, que fica mais "mole", ou com algumas manchas, dependendo da pigmentação da pele. Por estarem expostas o tempo todo, às vezes é mais difícil deixá-las hidratadas na maior parte do dia. Para facilitar a vida, o ideal é, à noite, antes de dormir, usar cremes específicos à base de ácidos retinóico ou glicólico.

Já os cabelos começam a demonstrar sinais de envelhecimento a partir dos 40 anos, quando os fios ficam mais quebradiços e frágeis com a diminuição de hormônios. Outro símbolo de desgaste dos fios são os cabelos brancos, que nascem com a morte das células que produzem a cor nos cabelos, chamadas de melancócitos. O uso de nutricosméticos, ricos em vitaminas e minerais, é indicado pelo tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo.
Para o dia a dia, ele orienta procedimentos caseiros para manter a beleza e vivacidade dos fios, como máscaras e massagens durante a lavagem dos cabelos, que ativam a circulação e a distribuição de nutrientes nos fios.
Procedimentos químicos, como alisamentos e tinturas, e o uso de chapinhas devem ser feitos com moderação, porque além de agredirem o couro cabeludo, aceleram a “velhice” dos fios, segundo o especialista.

"A agressão ao cabelo pode gerar até uma alopecia (queda de cabelos) cicatricial, em que não nascem mais fios. Um exemplo é uma queimadura química que pode ser promovida, por exemplo, em uma escova progressiva mal aplicada", alerta Almeida. 
Produtos que promovem volume e brilho nos cabelos ajudam a garantir uma aparência mais jovial. Com fios volumosos e brilhantes e pele bem cuidada, fica fácil parecer alguns bons anos mais jovem. Que tal experimentar? (Ig)


Às crianças (Angela Rego)


     Fui uma criança que brincava no quintal de casa. E não era um espaço qualquer, tinha pomar. E que pomar! Havia um pé de manga, um pé de goiaba, um pé de mamão, um pé de limão, um de laranja e por determinado tempo (meses) tinha ainda muitos pés de milho.
    Por ser pequena os pés de milho de uma hora pra outra viravam árvores e eu podia brincar de floresta. Brincava também de pentear os cabelos das espigas. Eles nasciam loiros, muito brilhantes,  eu ficava  sempre fazendo tranças e colocando laços nas pontas. E aproveitava para criar verdadeiras histórias de boneca!
    Minha mãe ensinou-nos, tanto a mim quanto aos  meus irmãos, a brincar de circo no meio  das árvores. Amarrávamos corda entre os galhos e fazíamos piruetas. Colocávamos barras de ferro entre as árvores e fazíamos malabarismos.
    Meu irmão, com ajuda de meu pai,  construiu uma casinha de madeira que foi colocada em cima do pé de manga. Aí, ele brincava de Tarzan e nós, os outros  quatro, ficávamos esperando a oportunidade de ser o próximo a subir na árvore e entrar na casa. Tempos bons!
    Brincávamos com os meninos da vizinhança, uma hora na casa de um, outra hora na rua. Quase não passava carro e a rua muito larga, tinha espaço de sobra pra todos.
    Podíamos brincar de correr, de pular corda, de pique esconde, de amarelinha, de carro de rolimã, de bicicleta, de perna de pau... Aproveitávamos as latas de Nescau para fazer telefone com fio.  Amarrávamos as latas sob os pés e andávamos como se fôssemos gigantes.
    Nossos lanches eram com frutas e biscoitos feitos em casa pela minha avó. No almoço sempre tinha verduras e legumes colhidos no quintal.
    Acho que as crianças hoje têm possibilidade de se divertirem muito também, de formas diferentes das que citei. O que os adultos, os pais no caso, precisam ficar atentos é para que as crianças não fiquem muito tempo em frente de televisão e computador.
    Hoje tenho netos e procuro fazer com que eles brinquem em parques, em praças. Sempre que posso levo livros para ler com eles e brinquedos saudáveis que os forcem a praticar exercícios físicos e mentais.

Que as crianças possam ser felizes e aproveitar este período lindo que é a infância!

A guerra da desinformação


     Tem aquele ditado segundo o qual a primeira vítima de uma guerra é sempre a verdade. Verdade! O Brasil convive com algumas guerras cotidianas nos morros, no trânsito, nos rincões do país e, evidentemente, na política partidária. Em todas essas frentes, informações são torturadas, detidas e assassinadas diariamente; vide o caso Amarildo, no Rio. Acontece que os crimes são cometidos contra a verdade, nos mais diversos campos, e os cadáveres acabam entrando no cálculo da última batalha da lista acima, a ideológica.
  O bipartidarismo informal do Brasil, quase igual ao do sistema norte-americano, coloca-nos numa espécie de campanha eleitoral perene. Aécio Neves acusou a presidente Dilma Rousseff de ser uma “candidata ocupando a cadeira da Presidência da República” em virtude do pronunciamento dela no 7 de Setembro. Mas não é ele um candidato de oposição ao Planalto sentado numa cadeira de senador?      E qual é o projeto principal de um parlamentar? A reeleição. Na gestão pública brasileira, seja no Executivo ou no Legislativo, são todos eternos candidatos. Melhor, são soldados nessa guerra fria partidária de dois lados.
  A militância se desvirtuou em campanha constante, e o compromisso com a verdade é prescindido em favor do prioritário projeto de poder. São diversos os “fronts” explorados pelas milícias partidárias. A passeata contra a corrupção recebe gente infiltrada. Cartazes e pichações nos muros dizem mais do que as palavras expressam. No mercado editorial, livros com capa e discurso sérios fazem panfletagem deslavada para um lado ou para outro. Gráficos e séries estatísticas atestam qualquer tese que se queira demonstrar – números são dados virgens, conteúdo em estado bruto e de matéria maleável.

 
 Na internet, esse campo aberto em que todo mundo é produtor e promotor de conteúdo, a batalha partidária é franca, desembargada. Nas redes sociais, então, discursos enviesados e conspirações são munições plantadas, curtidas e compartilhadas. Há quem se revolte com energia suficiente para um clique, e há quem retruque. São palavras e mais palavras que se desmancham na tela, até surgir o novo post, mais “bombástico”.
   A um ano da eleição, a indústria do dossiê opera a todo vapor, sem dúvida, e os guerrilheiros digitais, sejam mercenários ou militantes, se ainda não se armaram, breve começarão a plantar suas minas em blogs e fan pages arquitetadas para parecer independentes. Nessa guerra, perdemos todos, inclusive nós, que militamos por um jornalismo sério. O bombardeamento é geral, e, admite-se, fica difícil ter convicção sobre Mais Médicos, black blocs, mensalão e Amarildos. Resta a desconfiança, baliza firme, de que a verdade, essa musa inatingível, é muito mais complexa do que dois lados insistem em nos convencer. (João Gualberto Jr.)




Pequenas coisas capazes de te fazer mais feliz


Exercitar a felicidade, pouco a pouco, é a chave para quem pretende alcançá-la
     
Felicidade: muitas pessoas passam a vida procurando por ela. É claro que, até hoje, ainda não se encontrou uma receita exata para a felicidade, mas algumas pequenas coisas da vida podem nos dar essa sensação plena, ainda que seja por alguns instantes. Costumamos perder a noção do que nos faz felizes em meio à rotina enlouquecida que somos quase obrigados a levar por conta da vida profissional, dos estudos, da família.
O que significa ser feliz, verdadeiramente? Já se sabe que dinheiro, beleza, o celular da moda, milhares de amigos e até mesmo um amor sincero não são garantias de felicidade. Há quem tenha todas essas coisas e não se sinta completo, assim como há quem não tenha quase nada e ande de mãos dadas com a alegria de viver.
Sendo assim, qual a fórmula, qual o grande mistério existente em torno da tão sonhada felicidade?
     Embora não haja uma resposta exata, é possível aumentar a duração de nossos momentos felizes ao longo do ano, do mês, do dia. Como? Simples, procurando encaixar pequenos prazeres entre as tarefas do cotidiano. Se você quer ser mais feliz e não sabe como, a lista a seguir te ajuda a exercitar a felicidade pouco a pouco.
Resgatar músicas da época de adolescente;
dançar sozinho em casa;
assistir ao nascer do sol de vez em quando;
  jogar conversa fora com um amigo;
comprar um livro novo;
 fazer amizades em lugares inusitados;
visitar velhos conhecidos;
andar de mãos dadas com um amigo ou um amor;
 ver a chuva cair através do vidro;
descobrir uma banda nova;
receber uma carta escrita à mão;
dar uma flor a alguém;
encontrar dinheiro no bolso de uma roupa que estava guardada há tempos;
 olhar fotografias antigas de família;
assistir a um desenho animado que marcou sua infância;
dormir em lençóis recém-lavados;
fazer outra pessoa sorrir;
um show de fogos de artifício;
acordar cedo e ver a neblina sobre a cidade, nos dias frios;
receber um presente sem nenhum motivo especial;
abraçar alguém;
 ver o movimento das nuvens no céu;
presenciar um encontro especial entre desconhecidos;
o cheiro da roupa passada;
comer seu prato predileto em um dia qualquer;
receber uma ligação inesperada de alguém muito querido;
ouvir no rádio, de repente, aquela música legal que você não ouvia há anos;
 tirar um cochilo no meio da tarde;
descobrir uma habilidade nova;
raspar o restinho da massa crua de um bolo;
filmes inspiradores;
viajar;
devorar – sem culpa – uma barra de chocolate inteira ou toda uma panela de brigadeiro;
coincidências;
encontrar o elevador parado no andar em que você está;
ver balões no céu da cidade;
o semáforo aberto, quando se tem pressa;
achar para comprar aquele doce que você comia quando era criança e que nunca mais tinha visto;
receber um favor de um desconhecido, sem interesse algum;
gargalhar até que escorram lágrimas;
cantar sozinho ao dirigir;
dormir ouvindo a chuva no telhado ou na janela;
uma bebida muito refrescante em um dia quente;
beijos;
cheiro de bebê;
chegar em casa e encontrar tudo arrumado;
 acordar cedo e descobrir que é domingo;
encontrar um objeto muito querido que julgava ter perdido;
 tomar um banho demorado;
 o cheiro gostoso que fica na pele depois do banho; 
 descobrir que a felicidade é muito mais simples do que parece. (Dicas de Mulher)

Você é civilizado?


Faça uma autoavaliação honesta: você anda de salto alto no apê? Come na mesa do trabalho? Veja como é possível melhorar a convivência com os outros
Lixo transbordando dos bueiros nas enchentes. Empurra-empurra para embarcar ou desembarcar do metrô. Cheiro de comida no escritório com janelas vedadas. Ninguém em sã consciência deixaria de criticar os responsáveis por qualquer uma das situações descritas acima. Mas você sempre guarda o lixo na bolsa para jogar no cesto? E espera o desembarque para entrar no vagão? Ou se dispõe a comer na copa quando está com o trabalho atrasado e o escritório não tem janelas? Bate portas? Ouve músicas em alto volume? Fala alto ao telefone ou em lugares públicos? Esquece de pedir desculpas quando está errado? Sabe ser gentil? Sabe agradecer?
Ser civilizado é reconhecer que não se vive sozinho. E, a partir disso, estar atento às pessoas ao redor e ser capaz de mudar suas atitudes individuais em prol de todos. “É preciso lembrar que não se vive isolado. As pessoas esquecem mesmo do outro”.
“Jamais faça para o seu próximo nada que você não gostaria que fosse feito com você” e “seu direito termina onde o do outro começa”, duas máximas que, se seguidas, mudariam completamente o comportamento de muitos. Entender esses dois conceitos faz com que a pessoa respeite mais e sempre se coloque no lugar do outro antes de agir.
Sentir-se incomodado com atos de incivilidade é muito comum, mas o pior a se fazer é partir para a discussão. Você pode reagir de maneira gentil e educada, tentando instruir o mal educado. Mas, muitas vezes, se afastar da situação pode ser a melhor escolha.
 “Por mais que alguém que esteja perto não seja uma pessoa civilizada, devemos respeitá-la. Quando temos intimidade com a pessoa, devemos orientá-la para uma melhor postura diante dos outros”.

É fácil notar a falta de educação alheia, mas perceber os próprios deslizes é um verdadeiro desafio. Se você tem vontade de melhorar, mas não sabe exatamente como, verifique se comete com certa frequência algum dos deslizes listados na galeria acima e considere mudar sua etiqueta do dia a dia. (Internet)

Uma oração para os novos tempos


Que honremos o fato de ter nascido, e que saibamos desde cedo que não basta rezar um Pai Nosso para quitar as falhas que cometemos diariamente. Essa é uma forma preguiçosa de ser bom. O sagrado está na nossa essência, e se manifesta em nossos atos de boa fé e generosidade, frutos de uma percepção profunda do universo, e não de ocasião. Se não estamos focados no bem, nossa aclamada religiosidade perde o sentido.
Que se perceba que quando estamos dançando, festejando, namorando, brindando, abraçando, sorrindo e fazendo graça, estamos homenageando a vida, e não a maculando. Que sejam muitos esses momentos de comemoração e alegria compartilhados, pois atraem a melhor das energias. Sentir-se alegre não deveria causar desconfiança, o espírito leve só enriquece o ser humano, pois é condição primordial para fazer feliz a quem nos rodeia.
Que estejamos abertos, se não escancaradamente, ao menos de forma a possibilitar uma entrada de luz pelas frestas – que nunca estejamos lacrados para receber o que a vida traz. Novidade não é sinônimo de invasão, deturpação ou violência. Acreditemos que o novo é elemento de reflexão: merece ser avaliado sem preconceito ou censura prévia.
Que tenhamos com a morte uma relação amistosa, já que ela não é apenas portadora de más notícias. Ela também ensina que não vale a pena se desgastar com pequenas coisas, pois no período de mais alguns anos estaremos todos com o destino sacramentado, invariavelmente. Perder tempo com picuinhas é só isso, perder tempo.
Que valorizemos nossos amigos mais íntimos, as verdadeiras relações pra sempre.
Que sejamos bem-humorados, porque o humor revela consciência da nossa insignificância – os que não sabem brincar, se consideram superiores, porém não conquistam o respeito alheio que tanto almejam. Ria de si mesmo, e engrandeça-se.
Que o mar esteja sempre azul, que o céu seja farto de estrelas, que o vinho nunca seja proibido, que o amor seja respeitado em todas as suas formas, que nossos sentimentos não sejam em vão, que saibamos apreciar o belo, que percebamos o ridículo das ideias estanques e inflexíveis, que leiamos muitos livros, que escutemos muita música, que amemos de corpo e alma, que sejamos mais práticos do que teóricos, mais fáceis do que difíceis, mais saudáveis do que neurastênicos, e que não tenhamos tanto medo da palavra felicidade, que designa apenas o conforto de estar onde se está, de ser o que se é e de não ter medo, já que o medo infecciona a mente.
Que nosso Deus, seja qual for, não nos condene, não nos exija penitências, seja um amigo para todas as horas, sem subtrair nossa inteligência, prazer e entrega às emoções que nos fazem sentir plenos.

A vida é um presente, e desfrutá-la com leveza, inteligência e tolerância é a melhor forma de agradecer – aliás, a única. (Martha Medeiros)

Energia das mãos


   
Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia  liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar. O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o espiritismo, que pratica o chamado “passe”.
    Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.
    Segundo o cientista, durante seu mestrado foram investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.
    A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

    As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição.” (Extraído do Face)

Envelheça bem e com saúde


             Entre as dicas para aproveitar os anos, estão atividade física e boa alimentação
    Uma pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a expectativa de vida do brasileiro aumentou 11 anos, entre 1980 e 2010. Atualmente, quem nasce no país pode esperar viver 73 anos, nove meses e três dias. Mas é preciso aproveitar todos esses anos com saúde.
    O envelhecimento saudável é aquele considerado ativo, afirma a médica Ana Cristina Nogueira Borges, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG – regional Minas Gerais). “É aquele idoso que, apesar dos problemas de saúde, mantém a autonomia, que é a capacidade de tomar decisões, e a funcionalidade, que é a capacidade de executar as tarefas ele mesmo”, diz. Ela ressalta a importância do acompanhamento com um geriatra de confiança.
    Algumas pessoas, de fato, esbanjam saúde e disposição em qualquer idade. “Eu não tenho idade, tenho vida. A idade é uma convenção”. É esse o lema de Cléa das Aleluias, 82, que tem pique de dar inveja a muita gente.
    Ela acorda todos os dias às 5h50 e, uma vez que foi freira, vai à missa no convento próximo à sua casa. Às 8h, volta para casa, no bairro Coração Eucarístico, na região Noroeste de Belo Horizonte, e já começa a trabalhar. Cléa dá aulas de inglês, espanhol e francês de segunda a sábado e está estudando italiano. “Uma das minhas alunas de espanhol tem 89 anos. Nunca é tarde para aprender”, diz ela, que também não dispensa uma cervejinha com os amigos.
   O segredo para tanta vitalidade? “Alegria. Meu marido dizia que Deus me dotou de uma alegria extraordinária”, conta ela, acreditando que ter encontrado “o grande amor da vida” ajudou para que envelhecesse tão bem: “Igual ao meu marido, ninguém nunca teve nem vai ter. Ele morreu há quatro anos, e hoje eu vivo uma saudade gostosa”.

EQUILÍBRIO. 
A médica psicanalista e geriatra Soraya Hissa concorda com Cléa. “As pessoas achavam que saúde era
ausência de doença, mas, hoje, a gente tem certeza de que é muito mais do que isso. Saúde é uma vida em equilíbrio, do ponto de vista físico, emocional e espiritual”, explica. (Pampulha)

O que não se deve falar para as crianças

Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personali...dade e identidade social da criança. Por isso, existem algumas coisas que jamais devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Vejam quais são:
Leia também:
Dicas para entender seu filho inspiradas em dicionário de crianças
Como falar de temas sérios com as crianças?
Pais deve ser amigos dos filhos sem perder autoridade
1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis. (Ig)

Evite o mau hálito comendo e bebendo

Saiba como alguns alimentos e bebidas agem ajudando a combater o problema
Manter uma higiene bucal regular, com escovação e fio dental, é a medida número 1 para quem quer combater um dos piores inimigos dos relacionamentos: o mau hálito. Entretanto, manter uma boca fresca e livre de odores ruins vai muito além da pasta de dentes e do enxaguante bucal. O que é ingerido nas refeições, por exemplo, tem efeito direto sobre o hálito. Isso por que ele é composto pelo ar expirado após a inspiração que provoca as trocas gasosas fisiológicas, associado às substâncias eliminadas por via pulmonar. Estas substâncias partem do intestino para o fígado, para a bile, para o sangue e finalmente para os pulmões, quando são eliminados pela expiração.
A halitose não é uma doença, mas uma alteração do hálito que pode ou não estar relacionada a um problema de saúde. O mau hálito é um sinal de que alguma disfunção orgânica (que requer tratamento) ou fisiológica (que requer apenas orientação) pode estar em andamento no organismo. Aquele bafo matinal, que a maioria das pessoas tem ao acordar, é uma alteração da condição fisiológica do organismo: portanto, é normal e não evidencia uma doença.
“A halitose geralmente está associada, além de má higiene bucal, cáries ou gengivite, a fatores como menor produção de saliva, pedaços de alimentos retidos entre os dentes, ressecamento da boca (provocado por jejum prolongado, desidratação, exposição ao ar condicionado, estresse, uso de medicamentos, respirar pela boca e falar por muito tempo), consumo excessivo de álcool, doenças digestivas (erupção gástrica, dispepsia, neoplasias e úlcera duodenal), entre outros fatores”, explica a nutricionista Tatiana Pizzato Galdino, especialista em Nutrição Clínica e mestre em Gerontologia Biomédica. Diminuir esses fatores por meio de uma nutrição adequada e pelo consumo de certos alimentos e bebidas, portanto, é um grande passo rumo a um hálito fresco – sempre aliado à profilaxia correta dos dentes, gengivas e língua, claro.
Saiba quais bebidas e alimentos podem ajudar a combater o mau hálito: Água Beber bastante água pura ao longo do dia (em média dois litros) mantém a boca umedecida, removendo resíduos alimentares e evitando a formação de placa bacteriana na língua, o que pode resultar em mau hálito.
Chiclete
Não é apenas pelo gostinho refrescante que o chiclete ajuda a combater a halitose. Mascar goma de vez em quando, desde que seja sempre sem açúcar, também ajuda a aumentar a salivação e manter a boca hidratada.
Iogurte natural
Semidesnatado ou desnatado e sem açúcar, ele tem baixo teor de carboidratos com baixo índice glicêmico, o que previne a proliferação bacteriana – combatendo assim a formação de cáries. Além disso, minimiza a produção do gás sulfídrico, formado em processos fisiológicos do corpo, e que favorece o mau hálito.
Chá verde
Consumido sem açúcar ou adoçante, o chá verde e seu sabor amarguinho auxiliam na produção salivar, impedindo a formação da placa bacteriana na língua. Entretanto, atenção para o consumo: o chá verde deve ser adicionado ao dia a dia, mas não deve substituir a água: por ser rico em cafeína, ele pode ter efeito oposto e favorecer a desidratação.
Chá de boldo e de alecrim
A ingestão de infusões de boldo e de alecrim (também sem açúcar), principalmente após refeições gordurosas, além de hidratar, facilita a digestão, prevenindo a incorreta liberação de gases produzida no intestino pelas vias respiratórias.
Maçã e cenoura
Consumidos crus, são alimentos ricos em fibras, que estimulam a salivação e auxiliam na limpeza dos dentes e da língua, impedindo a formação da placa bacteriana na língua.
Frutas cítricas
Algumas, como limão, abacaxi, kiwi, morango e maracujá são excelentes para a manutenção de um hálito saudável. Além de terem ação adstringente e bactericida, estimulam a salivação, inibindo a proliferação de bactérias na boca, e estimulam o funcionamento do sistema digestivo. O melhor é consumi-las sem açúcar, mesmo na forma de suco.
Canela, gengibre e hortelã
São três exemplos de alimentos com ação antioxidante, adstringente e termogênica. Assim, estimulam o sistema digestivo, auxiliando a digestão, além de adoçar e deixar o hálito mais fresco.
Cereais integrais
A manutenção da glicemia e da insulina é mais estável com o consumo de alimentos ricos em fibras e em carboidratos complexos, como pães, macarrão e arroz integrais, o que evita o mau hálito provocado pela hipoglicemia (ela surge em decorrência do jejum prolongado), além das fibras favorecerem uma flora intestinal saudável e estimular o trânsito do intestino. (Ig)

O tempo – contra ou a favor?